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ALGUNS ASPECTOS QUE PODEM SER IDENTIFICADOS NO PSICODIAGNÓSTICO DE PSICOSE INFANTIL

Angela Cristini Gebara* e
Glaucio Menoni Honorato**
*Professora e Supervisora do Centro e Psicologia Aplicada da Universidade Paulista Campus de Sorocaba; Mestre em Psicologia da Saúde UNESP; Doutoranda em Psicologia Clínica da PUC-SP.
**Graduando do 4º ano do Curso de Psicologia e Estagiário do Centro de Psicologia Aplicada da Universidade Paulista Campus de Sorocaba em 2002.

I. Resumo
O presente artigo tem como principal objetivo apresentar alguns aspectos de funcionamento psicótico infantil que podem ser identificados no psicodiagnóstico, abordando questões relativas à psicose desde sua definição até alguns resultados obtidos na realização de um psicodiagnóstico de psicose infantil. A leitura desses aspectos será realizada dentro da abordagem analítica, trazendo as contribuições de Freud, Bion, Ballone, Laplanche e Pontalis, Bezzerra et al, Ajuriaguerra e Marcelli, Grassano e Efron et al.

Iniciaremos com a descrição de definições e características clínicas da psicose e discutindo a relação existente entre o desenvolvimento psíquico saudável e o relacionamento mãe-bebê, já que, distúrbios neste relacionamento podem implicar em patologias, como, por exemplo, o Autismo e a Esquizofrenia. Posteriormente, apresentaremos aspectos psicóticos observados por meio da Hora de Jogo Diagnóstico e dos Testes Projetivos, que, neste caso, são o Desenho da Casa, Árvore e Pessoa (HTP) e o Teste de Apercepção Infantil (CAT), que são alguns dos recursos que podem ser utilizados na realização do psicodiagnóstico infantil.

E faremos uma relação entre os aspectos teóricos levantados e um caso clínico atendido na disciplina de Atendimento Psicológico Infantil em Instituição (A. P. I. I.) do Centro de Psicologia Aplicada da Universidade Paulista Campus de Sorocaba, apresentando parte do material clínico colhido no psicodiagnóstico infantil realizado pelos Estagiários de Psicologia do Grupo 4 sob supervisão da Psicóloga e Professora Angela Cristini Gebara.

Índice dos Colaboradores  

Ana Rafaella C. Bezerra
Andreza Trigo Ribeiro
Angela Cristini Gebara
Carmen Sylvia Ribeiro
Casiana Tertuliano Chalegre
César de Moraes
Cibele Cintra Souza
Cláudia D'Andretta
Cleber Monteiro Muniz
Daniela Sá Leitão Guimarães
Diany Ibrahim de Souza 
Glaucio Menoni Honorato
Magda Vaissman
Renata Rigacci
Rosângela Maria Bassoli

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II. Psicose – Definições Clínicas e Características

Segundo o Vocabulário de Psicanálise de Laplanche e Pontalis (1988): No decurso do século XIX o termo psicose espalha-se sobretudo na literatura psiquiátrica de língua alemã para designar as doenças mentais em geral, a loucura, a alienação, sem implicar aliás uma teoria psicogenética da loucura. (p. 502)

Para Freud (1924), as psicoses são distúrbios resultantes de conflitos entre Ego e realidade (mundo externo), refletem o fracasso no funcionamento do Ego em permanecer leal à sua dependência do mundo externo e tentar silenciar o Id frente a uma frustração da não realização de um daqueles desejos de infância “invencíveis” e profundamente enraizados na organização filogeneticamente (Refere-se à Filogênese: sucessão genética das espécies orgânicas (Do gr. philos, amigo + gênesis, formação.). Fonte: Grande Enciclopédia Larousse Cultural, nº 10, Editora Nova Cultural) determinada. O Ego, assim, é derrotado pelo Id e, portanto, arrancado da realidade.

Ainda segundo Freud (1924[1923]), numa psicose existe a predominância do Id e a perda presente da realidade. O afastamento do Ego da realidade é a primeira etapa de uma psicose e a segunda é a tentativa de reparação do dano causado e de restabelecer as relações com a realidade sem restrições ao Id, remodelando a realidade, pela indisposição do Id em adaptar-se às exigências, para criar um novo e imaginário mundo externo e o colocar no lugar da mesma – realidade externa. Por exemplo, cita a esquizofrenia, conhecida, segundo ele, como as formas de psicose que se inclinam a uma perda total de participação do mundo externo através, também, do delírio, que, para ele, é aplicado como remendo para uma “fenda” que apareceu na relação entre o Ego e o mundo externo, portanto, tal manifestação do processo patogênico está recoberta por uma tentativa de cura ou reconstrução.

Bion (1957) fez duas modificações na descrição de Freud (1924[1923]). A primeira é que, ao invés do afastamento do Ego, a realidade é mascarada através do predomínio de uma fantasia onipotente na mente e nas ações do paciente, a qual visa destruir a realidade e a consciência de realidade para, assim, alcançar um estado que não é vida e nem morte. A segunda é que, ao invés de fato, o afastamento da realidade é uma ilusão resultante do emprego da identificação projetiva contra o aparelho mental, essa ilusão é tão dominadora que para o paciente seu aparelho de percepção pode realmente ser fragmentado em pequenos pedaços e projetado no interior dos objetos.

Para Bion (1957), um aspecto simultâneo ao ódio à realidade assinalado por Freud são as fantasias de ataques sádicos feitos pelo bebê psicótico ao seio, descritas por Melanie Klein como integrantes da fase esquizo-paranóide, na qual o psicótico despedaça os objetos e fragmenta em pedaços mínimos todo o setor de sua personalidade que leva a tomar conhecimento da realidade por ele odiada, o que faz com que tenha a sensação de não poder restaurar seus objetos e seu próprio Ego, comprometendo todas as características de personalidade que proporcionariam a base para a compreensão intuitiva de si mesmo e dos demais. O paciente psicótico não se move dentro de um mundo de sonhos, mas sim num mundo de objetos que são de costume conteúdo dos sonhos.

Em seu artigo na Cérebro e Mente, Ballone (2000) descreve a psicose como uma doença mental caracterizada pela distorção do senso de realidade, uma inadequação e rebaixamento de harmonia entre pensamento, sentimento e afetividade que compromete todo o comportamento e performance existencial do indivíduo, pois tais atributos psíquicos – pensamento, sentimento e afetividade – encontram-se qualitativamente alterados. Nas psicoses o vínculo com a realidade é mais tênue e frágil e os aspectos da realidade são negados totalmente e substituídos pela formação de idéias particulares e peculiares que atendem unicamente às características da doença. Ao paciente é imposto pelo processo psicótico uma maneira patológica de representar a realidade, elaborar conceitos e relacionar-se com o mundo objetal, o que é algo novo e qualitativamente diferente das variações permitidas entre as pessoas “normais”, ou seja, subjetivo, é algo essencialmente patológico, mórbido e sofrível.

Segundo o autor, tem importância na formação e estruturação de uma psicose fatores como: constituição, temperamento, caráter, peculiaridades de ordem tipológica, experiências anteriores vividas e ambiente familiar e/ou social. E é unânime na clínica psiquiátrica a aceitação da associação de determinadas configurações de personalidade predispostas, que são chamadas de Personalidades Pré-morbidas, que, pela psicopatologia, são variações do existir humano e traduzem possibilidades mais acentuadas para o desenvolvimento de certa vulnerabilidade psíquica.

Ana Rafaella Chiapeta Bezerra, Casiana Tertuliano Chalegre, Daniela Sá Leitão Guimarães e Diany Ibrahim de Souza Camilo têm também uma página em PsiqWeb sobre Psicose Infantil. Veja um trecho:

Durante  séculos, as psicoses infantis eram ignoradas e até negadas em sua existência. Seu estudo livre foi impedido por superstições referentes a possessões diabólicas e bruxarias. Algumas destas crianças foram, infelizmente encarceradas em jaulas destinadas a enfermos mentais e, em muitos casos, colocados para fora das cidades. Às vezes, se as abandonava por completo à sua própria sorte.

Os distúrbios mentais em crianças só tardiamente vieram a se converter em objeto de investigação empírica. No que se refere a psicanálise, o trabalho com criança se constitui efetivamente a partir da década de 10, principalmente, no final desta década com os trabalhos de Melaine Klein e de Ana Freud. Um pouco antes houve teórico na Áustria que se interessavam em estudar crianças. Existem vários teóricos que vão se preocupar em estudar crianças como Margareth Mahler uma austríaca que cria noção do psicose simbiótica além de Spitz, Winnicott e teóricos franceses, ingleses, etc.

Antes da Segunda Guerra Mundial, alguns autores se preocuparam em observar os transtornos psiquiátricos infantis. Pretendia-se encontrar nas crianças os sintomas manifestos pelos adultos. Sante de Sanctis (1905) definiu demência precocissíma; Heller(1906), em cima do modelo da demência precoce e esquizofrenia infantil de Potter (1933) e Lutz (1936) definiu a demência infantil;

Em 1911, E . Bleuler estabelece, a partir da revisão de demência precoce de Kraeplin, o seu próprio conceito, o de esquizofrenia. Para Bleuler, a demência precoce não é sempre precoce nem condiz irremediavelmente à demência. veja a página


O Jornal da AME, Edição Nº 14 Mar/Abr-99 em artigo da psiquiatra Cecília das Neves Assumpção intitulado “Psicose Infantil: o que é e como tratar” diz o seguinte:

A psiquiatra Cecília das Neves Assumpção é parceira da AME há alguns anos. Para ela são encaminhados os casos para avaliação psiquiátrica, visando estabelecer diagnóstico e prestar acompanhamento médico, quando necessário. A médica, que é especializada em psicose infantil, afirma que uma criança com psicose é portadora de um transtorno psíquico manifestado de formas diferenciadas, variando desde alteração no comportamento até insônia e dificuldades na fala e de comunicação.

" ...  parece haver um consenso entre os que atuam com crianças psicóticas: o meio ambiente e a relação com a família são decisivos na instalação ou agravamento do transtorno psíquico.

Outro dado importante a ser ressaltado é que há maior incidência em crianças do sexo masculino do que nas do sexo feminino. Em cada dois meninos, uma menina é acometida de psicose, ou, em cada três, uma. "As estatísticas são variáveis: na França e EUA, muitos casos de psicose estão mascarados como deficiência, devido à dificuldade de diagnóstico", afirma a médica.

A família e a reabilitação
A participação da família é fundamental para a recuperação e integração social da criança com psicose. "Ao longo da infância, os pais também têm que receber atendimento. É prioritário porque as terapias realizadas trazem mudanças na vida da criança. Ela começa a melhorar com muito mais intensidade. Quando a família recebe tratamento paralelo, a recuperação ou integração da criança é mais rápida", esclarece, acrescentando que a medicação também é importante na medida em que ameniza alguns sintomas que atrapalham a vida da criança, como insônia ou agitação.

Tratamento
"A criança precisa de amparo, monitoramento, proteção da família, porque observa-se que ela apresenta algumas características de autismo, fica isolada, não tem desenvoltura", ressalta a médica.

Cecília sugere que as crianças com psicose sejam inseridas o mais rápido possível num modelo "hospital-dia", que são instituições voltadas para atendimento em saúde mental. "O ideal seria se, nesses hospitais, a criança ficasse de um a dois anos e depois passasse para atividades, em meio período, em oficinas, nas quais houvesse identificação. Por exemplo, algumas crianças gostam muito das oficinas de culinária, brinquedos ou esportes. Se a criança pudesse ficar meio período nessas oficinas, haveria chance de uma recuperação mais rápida. Num outro momento, seria possível o desligamento do hospital-dia e a criança poderia passar a receber atendimento em postos de saúde ou consultório, além de freqüentar escolas normalmente", explica." veja tudo

 

III. Psicose Infantil – Histórico, Definições e Características

Segundo os estudos realizados por Bezerra, Chalegre, Guimarães e Camilo (s/d), as psicoses infantis foram ignoradas e negadas em sua existência durante séculos. Tiveram seus estudos impedidos por causa de superstições relacionadas a possessões diabólicas e bruxaria. Algumas crianças psicóticas foram encarceradas em jaulas destinadas a enfermos mentais e, na maioria dos casos, foram segregadas para fora das cidades, às vezes, sendo abandonadas por completo e à sua própria sorte. Foi tardiamente que os distúrbios mentais em crianças começaram a ser objeto de investigação empírica, por exemplo, o trabalho psicanalítico com crianças somente começou a partir da década de 10, principalmente, no final desta, com os trabalhos de Melanie Klein e de Ana Freud. Antes da Segunda Guerra Mundial, alguns autores observavam os transtornos psiquiátricos infantis pretendendo encontrar nas crianças os mesmos sintomas encontrados nos adultos, até que, em 1943, Kanner introduziu o conceito de autismo, rompendo com a tradição da psiquiatria infantil, pois para ele não é suficiente pesquisar na criança o que se encontra no adulto ou estudar esquizofrenia infantil, é necessário partir-se de um trabalho que possa ser qualificado como experimental e, com isto, expor os traços comuns entre essas crianças.

Segundo as mesmas autoras, em 1960, psiquiatras britânicos conceituaram a psicose infantil através de critérios diagnósticos como: relacionamento prejudicado com as pessoas, confusão de identidade pessoal e inconsciência do eu, preocupação anormal com objetos, resistência a mudanças no ambiente, rebaixada ou elevada sensibilidade aos estímulos sensoriais, reação de ansiedade excessiva ou de ajuda em resposta a menor mudança, perturbação da linguagem e da fala, hiperatividade ou hipoatividade e desempenho não correspondente nos testes de inteligência entre a área de funcionamento normal a superior intercaladas e as áreas de atraso no desenvolvimento intelectual.

Para Ajuriaguerra e Marcelli (1986) a psicose infantil é um transtorno de personalidade dependente do transtorno da organização do eu e da relação da criança com o meio ambiente. As características do psicótico infantil listadas são: dificuldade para se afastar da mãe; problemas para compreender o que vê; alterações significativas na forma ou conteúdo do discurso, repetindo de imediato palavras e/ou frases ouvidas (fala ecolálica), ou empregando-se de forma idiossincrática estereotipias verbais ou frases ouvidas anteriormente, sendo comum a inversão pronominal, referindo-se a ela mesma usando a terceira pessoa do singular ou o seu nome próprio; alterações significantes na produção da fala com relação ao volume, ritmo e modulação; habilidades especiais; conduta socialmente embaraçosa; e negação da transformação da alimentação líquida para sólida ou bulimia não diferenciada incorporando qualquer objeto pela boca.

Colaborando com os aspectos teóricos apresentados, citaremos, para ilustrar, algumas informações colhidas nas entrevistas com os pais para realização do psicodiagnóstico infantil de R. (5 anos). Segundo os pais, até aquele momento, R. apresentava: conduta agressiva e inadequada tanto no contexto social como familiar, agredindo seriamente outras crianças (por exemplo, quebrou o dente do irmão com um soco, quebrou o braço de uma prima mais nova e rasgou com uma mordida a orelha de um vizinho de idade semelhante depois que foi confrontado enquanto brincavam) e urinando e manuseando fezes pela casa; falta de sensibilidade à dor, nunca reclamando de machucados graves ou injeções, ao paladar, chegando a consumir escondido um remédio de gosto muito forte e comer os produtos de maquiagem da mãe, ao olfato, percebendo e sentindo atração por odores fortes de combustíveis e esmalte, o que faz com que os pais pensem que ele é capaz de consumi-los; fala de um bebê às vezes, o que foi evidenciado nas sessões, sendo difícil de compreendê-lo; exigência dos cuidados da mãe, não admitindo que ela deixasse a casa para trabalhar; conduta inadequada em locais públicos, por exemplo, gritar dentro do ônibus para chamar a atenção; ingestão de pequenos e estranhos objetos, sendo necessária intervenção médica, o que gerou uma lista desses objetos no hospital.

Na concepção de Winnicott**, citado no trabalho de Bezerra et al (s/d), o desenvolvimento afetivo-emocional da criança constitui-se da subjetividade do sujeito a partir de uma relação saudável entre mãe e bebê, o qual apresenta uma relação visceral com a mãe em seu primeiro ano de vida, considerando-a, junto com o ambiente, uma extensão do seu próprio corpo, pois neste período não há ainda a divisão do “não-eu” e do “eu” do bebê. Portanto, para a formação saudável da psique do bebê é necessário que ambos, mãe e ambiente, sejam suficientemente bons, caso isto não ocorra ou não sejam corrigidas as falhas de não suprimir as necessidades do bebê estabelece-se na relação mãe-bebê uma espécie de carência/deficiência, que acarreta para o bebê uma grande ansiedade e, por isto, um comprometimento na constituição da sua subjetividade. Assim, a ocorrência de distorções no relacionamento mãe-bebê seria a origem dos quadros de psicose.

Em sua obra Grassano (1977/1984) cita que, Melanie Klein indicou como origens do desenvolvimento psicótico a interação de um modo exagerado de inveja constitucional e, simultaneamente, a presença de uma mãe ou substituta incapaz de empatia com as necessidades bio-psíquicas da criança. E que, Bion retomou as formulações de Melanie Klein, privilegiando a interação entre bebê com alta quantia de constitucional inveja e mãe incapaz de metabolizar as intensas situações de pânico, nos quais ela não consegue conter o medo de morte do bebê, privando-se do desejo de vida e devolvendo-o ao bebê como um terror de mesma intensidade e carente de sentido (terror sem nome). Conseqüentemente no bebê, uma intensa dor psíquica e a incapacidade de tolerar a frustração provocam um ataque à parte do aparato psíquico que contém a percepção de necessidade e dor, ou seja, além do terror sentido, são atacadas as funções psíquicas que possam estabelecer contato com a realidade externa e interna numa tentativa de evitar a dor, porém, à custa da destruição do aparato psíquico.

Então, para Grassano (1977/1984), o conflito central da psicose é a necessidade de construir um aparato mental como único meio de sair do fechamento persecutório do terror criado, ao mesmo tempo em que, qualquer função psíquica necessária a essa construção é temida, pois podem despertar consciência de dor e enfermidade, e necessita submeter-se a novos e ativos ataques hostis, invejosos e despojantes. Assim, faltam precondições mínimas para estabelecer contato com a realidade e desenvolver vínculos e qualquer função de síntese e integração.

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Veja Bibliografia

Angela Cristini Gebara* e
Glaucio Menoni Honorato**

*Professora e Supervisora do Centro e Psicologia Aplicada da Universidade Paulista Campus de Sorocaba; Mestre em Psicologia da Saúde UNESP; Doutoranda em Psicologia Clínica da PUC-SP.
**Graduando do 4º ano do Curso de Psicologia e Estagiário do Centro de Psicologia Aplicada da Universidade Paulista Campus de Sorocaba em 2002.

Honorato GM - Alguns Aspectos que Podem ser Identificados no Psicodiagnóstico de Psicose Infantil, in. PsiqWeb, Internet, disponível em <http://gballone.sites.uol.com.br/colab/glaucio.html> atualizado em 2002

 

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