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Sites de Psiquiatria da Infância e Adolescência

-Psiquiatria da Infância e da Adolescência - Dr. Francisco B. Assumpção Jr

- O que é a psiquiatria da infância e adolescência?

 

GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA - 2
Adolescência e o Parto

A adolescência é um período de mudanças fisiológicas, psicológicas e sociais que separam a criança do adulto, prolongando-se dos 10 aos 20 anos incompletos, segundo os critérios da Organização Mundial de Saúde (OMS), ou dos 12 aos 18 anos de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente do Brasil. 

As piores complicações do parto tendem a acometer meninas com menos de 15 anos e, serão piores ainda em menores de 13 anos. A mãe adolescente tem maior morbidade e mortalidade por complicações da gravidez, do parto e do puerpério. A taxa de mortalidade é 2 vezes maior que entre gestantes adultas.

A incidência de recém nascidos de mães adolescentes com baixo peso é duas vezes maior que em recém nascidos de mães adultas, e a taxa de morte neonatal é 3 vezes maior. Entre adolescentes com 17 anos ou menos, 14% dos nascidos são prematuros, enquanto entre as mulheres de 25 a 29 anos é de 6%.A mãe adolescente também apresenta com maior freqüência sintomas depressivos no pós-parto.

Em 2000, segundo Raquel Foresti, foram realizados 689 mil partos de adolescentes no Brasil, o equivalente a 30% do total dos partos do país. Hoje são mais de 700 mil partos de adolescentes por ano. O número é um golpe contra as várias iniciativas voltadas para a prevenção da gravidez na adolescência.

O que tem preocupado obstetras em geral, é a possibilidade da gravidez na adolescência ser considerada "de risco", com conseqüentes complicações por ocasião do parto. Segundo Marco Aurélio Galletta e Marcelo Zugaib, a gravidez será considerada de risco quando a gestante ou o feto estão sujeitos a lesões ou mesmo morte, em decorrência da gravidez ou puerpério (após o parto). 

Segundo esses autores, a mortalidade materna e peri-natal é maior na gravidez na adolescência. No Brasil, grande parte das mortes na adolescência estão relacionadas à complicações da gravidez, parto e puerpério. As complicações mais freqüentes da gravidez e parto na adolescência são:

 

Sites sobre Gravidez na Adolescência

- Aborto e Gravidez na Adolescência (fotos muito fortes)  

- Saúde e Vida On-Line; Gravidez na Adolescência 

- Programa de Atenção à Gravidez na Adolescência 

- Boa Saúde; Gravidez na Adolescência, toda informação necessária 

- Prevenção da Gravidez na Adolescência 

- Gravidez na Adolescência; um outro enfoque 

- Cecae-USP; Gravidez na Adolescência 

- Gravidez na Adolescência; Maria Sylvia Vitalle & Olga Amâncio

 

Veja Gravidez na Adolescência: tese de mestrado de Gláucia da Motta Bueno

 


tem 7 pág. de adolescência: 
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Um dos sites mais didáticos sobre sexualidade e adolescência é o Manual do Adolescente. Veja um trecho sobre gravidez, um verdadeiro beabá do tema:

"As meninas menstruam todo mês, e entre uma menstruação e outra, os ovários soltam um óvulo. Quando isto ocorre, chamamos de ovulação, e a menina encontra-se em seu período fértil, na fase em que ela pode engravidar. Pois se o óvulo encontrar um espermatozóide ele vai ser fecundado e formar um embrião, iniciando-se assim uma gravidez. Portanto, para que uma menina esteja grávida, primeiro ela tem que estar em seu período fértil. É necessário que exista o óvulo. Segundo, para formar o embrião é necessário à presença do espermatozóide. Os espermatozóides passarão ter contato com a menina quando o menino ejacular. Para haver o encontro eles devem ser depositados na vagina, o menino tem que gozar na vagina.

Muitos meninos e meninas enviam-nos perguntas para saber se ao fazer sexo anal, à menina pode ficar grávida. Sexo anal não engravida. Isso porque, os espermatozóides não vão encontrar o óvulo, são canais diferentes, o da vagina leva ao útero e o do ânus, não. Mas, pode acontecer um acidente quando o menino gozar, e escorrer um pouco de espermatozóide na vagina, e se a garota tiver no período fértil, ela poderá engravidar.

Outra situação muito prazerosa, porém, de risco quando não está usando a camisinha é, quando se fica brincando com o pênis na vagina, e na hora de gozar, tira o pênis da vagina para ejacular fora, e acaba ejaculando na entrada da vagina ou quando os meninos tiram na hora de gozar, escapa um pouquinho antes.

Uma vez formado o embrião, ele vai crescer no útero. Quando se está grávida não se menstrua, porque agora, o útero está com o neném dentro dele e, se sangrar, ele vai perder o embrião. Assim, o primeiro sinal de uma gravidez é a falta da menstruação, porque agora, o útero está ocupado em alimentar e proteger o embrião que se encontra dentro dele." veja tudo


 

 

1- toxemia gravídica, que é uma doença hipertensiva da gravidez com fortes possibilidades de convulsões; 

2 - maior índice de cesarianas; 

3 - desproporção céfalo-pélvica, que é uma desproporção entre o tamanho da cabeça do feto e a pelve da mãe; 

4 - síndromes hemorrágicas, chamada de coagulação vascular disseminada; 

5 - lacerações perineais, envolvendo vagina e, às vezes do ânus; 

6 - amniorrexe prematura, que é ruptura precoce da bolsa e; 

7 - prematuridade fetal.

 Outros ainda adicionam: anemia materna, trabalho de parto prolongado, infecções urogenitais, abortamento, apresentações anômalas, baixo peso da criança ao nascer, malformações fetais, asfixia peri-natal e icterícia neonatal.

Depois do parto Anne Lise Scappaticci, psicanalista e autora de pesquisa sobre jovens mães, concluiu que as adolescentes oferecem mais o seio para amamentação e estimulam mais os bebês que mães adultas, favorecendo assim uma melhor interação com a criança. Essa pesquisa, entretanto, contradiz boa parte da literatura científica, a qual sugere maior risco de não atender as necessidades de seus filhos por parte das mães adolescentes. 

A pesquisa de Anne Lise mostrou que as adolescentes interagiram mais e por mais tempo com seus bebês em dois, dos seis aspectos analisados: "oferecer o seio" e "estimular o bebê". Foi considerado estimular o bebê o ato de tocar, acariciar, afagar, beijar, acalentar e esfregar. Das adolescentes, 23,69% estavam no grupo que mais oferecia o seio para o bebê, enquanto 60,7% das 28 adultas, estavam no grupo que oferecia menos. Quando se trata do critério "mãe estimula o bebê", o resultado é igual: novamente as mais jovens estimulavam mais seus bebês. 

Quando o quesito era estimulação dos recém-nascidos, houve maior freqüência entre as mães adolescentes. Naquelas cujo bebê era o primeiro filho, 78% acariciavam, beijavam e embalavam mais a criança. Já as mães adultas, indiferente de ser o primeiro filho ou não, estimulavam pouco os recém-nascidos. 

Aspectos psicossociais

Inegavelmente a gravidez precoce e/ou indesejada leva à algum prejuízo no projeto de vida e, por vezes, na própria vida. Há, concomitantemente, possíveis outros riscos relacionados ao aborto e à doenças sexualmente transmissíveis entre as quais AIDS.

As taxas de gravidez e infecções sexualmente transmissíveis na adolescência são indicativos da freqüência com que a atividade sexual (desprotegida) ocorre nessa faixa etária. Talvez possam ser considerados aspectos sociais (talvez, bio-psíco-sociais) alguns fatores de risco para gravidez na adolescência:

· antecipação da menarca
· educação sexual ausente ou inadequada
· atividade sexual precoce
· desejo de gravidez
· dificuldade para práticas anticoncepcionais
· problemas psicológicos e emocionais
· mudanças dos valores sociais
· migração mal sucedida
· pobreza (?)
· baixa escolaridade
· ausência de projeto de vida

As complicações psicossociais relacionadas à gravidez na adolescência são, em geral, mais importantes que as complicações físicas. Fatos que devem ser levado em consideração, inclusive pela equipe que faz o pré-natal seriam, por exemplo, o abandono do lar dos pais, o abandono pelo pai da criança, a opressão e discriminação social, a interrupção dos estudos e suas conseqüências futuras, tais como os empregos menos remunerados, a dependência financeira dos pais por mais tempo.

Os casamentos ou co-habitação precoces, motivados exclusivamente pela gravidez, tem levado a uma maior taxa de separações. Alguns autores afirmam que as uniões contraídas antes dos 20 anos terminam em separação 3 a 4 vezes mais que nas uniões contraídas após os 20 anos 2.
Os filhos de mães adolescentes, segundo Verena Castellani V. Santos, tendem a sofrer mais a negligência materna, têm maior risco de serem adotados, são internados em hospitais mais vezes, e sofrem mais acidentes que filhos de mães adultas. Revela ainda que eles têm um risco aumentado para ter atraso de desenvolvimento, dificuldades acadêmicas, desordens de comportamento, abuso de drogas, e se tornarem também pais adolescentes. 

A Gravidez É MESMO indesejada?

Como entender a garota que tem bom conhecimento da sexualidade, conhece os métodos anticoncepcionais, tem acesso a eles, não quer engravidar e, apesar disso tudo, engravida? Que força “do mal” é esta que, contrária à todas possibilidades, fez vingar uma gravidez?Embora não seja a regra, tem sido comum encontrar adolescentes felizes, depois do susto do resultado positivo do exame de gravidez, dizendo que a criança é bem vinda e que, apesar de seu pai ter ficado muito bravo, todos já estão festejando a vinda do mais novo membro à família. 

Na opinião dessas jovens quase deslumbradas com a gravidez (muitas dissimulando, como se estivesse muito tristes), a pílula falhou, a tabelinha falhou, a camisinha rasgou... ou coisas assim mas, de qualquer forma foi alguma coisa “completamente” acidental, emancipada da vontade dela. Mas, será mesmo que não havia nenhuma vontadezinha, ainda que inconsciente, de engravidar?Algumas adolescentes grávidas, entretanto, continuam dizendo, depois do exame positivo, que não queriam e não querem ter o filho, que não se vêem criando uma criança. Estará esta jovem mãe pronta para assumir a função materna?

Mas o drama da gravidez em adolescentes não é monopólio das meninas. E o rapaz? Afinal, sem sua participação não haveria a concepção. Infelizmente, os rapazes, principalmente aqueles que apenas “ficam”, dificilmente vão sentir como sendo sua também a responsabilidade sobre a gravidez.Normalmente os rapazes têm uma visão um tanto minimizada da gravidez imposta à menina. Afinal, como pensam, a gravidez só pode ter como conseqüência, uma gigantesca transformação no corpo (que não é seu), a necessidade de um acompanhamento pré-natal (que pode muito bem acontecer sem ele), o parto (que também acontece sem ele estar presente), abandonar os estudos (que também não dizem respeito à ele), os cuidados com o bebê por alguns poucos seis ou sete anos, e assim por diante.

Sobre as razões pelas quais adolescentes engravidam, pesquisadores portugueses concluíram, por aplicação do método fenomenológico, que a gravidez na adolescência não é planejada mas pode ser desejada. Constataram ainda que o uso de contraceptivos é influenciado pela informação e que existem em muitas jovens expectativas de mudança de vida associada à gravidez (Referência).

Em nosso meio a questão da gravidez na adolescência continua desafiando teorias e hipóteses sociológicas. Pesquisa realizada por pesquisadoras da obstetrícia do Hospital São Paulo mostrou que, apesar de receber informações sobre métodos anticoncepcionais durante o pré-natal e depois do parto, muitas adolescentes engravidam por mais de uma vez.

As pesquisadoras realizaram uma pesquisa com 413 adolescentes atendidas pelo pré-natal do Hospital São Paulo entre 1996 e 1998. Do total, 159 (38,5%) tinham menos de 16 anos, e 254 (61,5%) entre 17 e 19 anos. Entre as adolescentes pesquisadas, 22,5% engravidaram depois de terem recebido orientações sobre métodos anticoncepcionais e, destas, 79,6% tiveram duas gestações e 20,4% três.

A conclusão desse trabalho foi que, apesar da orientação sobre métodos anticoncepcionais, as adolescentes continuam engravidando, "talvez por não terem grandes perspectivas de vida ou simplesmente por emoção", explica Cristina Guazzelli, professora assistente da Obstetrícia. "Entre as adolescentes que tiveram três gestações, foi comum cada filho ser de um pai diferente, ou seja, em cada relacionamento, repetiu-se a vontade de ter um filho com o parceiro, analisou a docente.

As Emoções da Futura Mãe  

De modo geral não se pode dizer que as depressões previamente presentes piorem a gravidez, obrigatoriamente, pois se observa exatamente o contrário na prática clínica, algumas mulheres apresentam uma melhora da sintomatologia depressiva quando se encontram grávidas. Também não é possível tentar estabelecer alguma regra geral, segundo a qual a gravidez de adolescentes predispõe ao estado depressivo. E a base destas alterações do humor para melhor, quando ocorrem, parece estar relacionada à alguma alteração hormonal. Sendo a progesterona é a hormônio dominante da gravidez, pode ser possível que exista algum benefício se estas mulheres, que melhoram da depressão durante a gravidez, continuem a tomar progesterona, fora da gravidez.

Se existe algum período da gravidez onde possa ser observada uma melhor performance emocional, essa época é entre a 17a. e 20a. semanas de gestação. Isso parece estar relacionado à produção hormonal pela placenta. Nessa fase da gravidez, o sistema endócrino da mulher trabalha ativamente para promover o crescimento uterino e do bebê. No entanto, passado algum tempo, a placenta torna-se a principal responsável pela produção hormonal. Este fato explica, em parte e como vimos acima, as sensações de melhora física, pois, a produção placentária não tem tantos efeitos secundários quanto a produção endócrina.

Mesmo assim, as reações emotivas da grávida tornam-se mais intensas e muitas delas ficam surpreendidas com sua labilidade emocional, onde até um simples anúncio televisivo pode fazê-las chorar. Além desses determinantes biológicos e hormonais, a grávida adolescente teria ainda razões de ordem existencial para alimentar a extrema labilidade afetiva.

Normalmente, as pessoas costumam não acreditar serem suficientemente boas, suficientemente organizadas, suficientemente ricas ou suficientemente suportadas. As inseguranças, nessas questões de auto-estima, são normais e fisiológicas. Da mesma forma, muitas mulheres não acreditam que serão capazes de ser boas mães. Em algumas adolescente grávida, o infantilismo fisiológico próprio da faixa etária e prontamente substituído por esse complexo de mãe incompetente.

O trabalho de parto é receado por muitas adolescentes, sobretudo porque é amplamente desconhecido. A melhor forma de ultrapassar o medo é falar abertamente sobre o assunto. A partilha de idéias com outras mulheres que sentem o mesmo pode ser uma ajuda preciosa.

Durante a gravidez, a mulher pode sentir dificuldades na concentração ou na articulação de vocábulos simples. O esquecimento passa também a ser freqüente. Estes fenômenos podem ser alarmantes, sobretudo para as mulheres que não estão prevenidas. No entanto, todas estas alterações regridem com o parto.

Geralmente a adolescente grávida passa a ser rodeada de conselhos, críticas, sugestões e advertências. Todos parecem ter algo a dizer; alguns amigos querem contribuir para o crescimento do filho, professores e parentes procedem com críticas amargas e dissimuladas, familiares mais próximos com veementes censuras... e assim por diante.

Embora possa ser agradável receber alguma atenção, muitas vezes pode ser perturbador. A emotividade subjacente a este período, torna a mulher hipersensível a algumas sugestões, nomeadamente, no que se refere à sua própria saúde ou à do seu bebê. Esta é uma boa altura para ignorara conselhos inúteis e para aumentar o próprio discernimento quanto às opiniões de interesse.

Mas não é raro que a grávida adolescente experimente algumas sensações de ser especial e isso pode aliviar a eventual depressão pela qual esteja passando. Quando a gravidez se torna óbvia e irreversível, a mulher passa a ter um estatuto que lhe confere alguns privilégios; caixas dos supermercados prioritárias para grávidas ou de lugares reservados nos transportes públicos, etc.

De acordo com a pesquisa Raquel Foresti, os depoimentos mostram que as adolescentes que engravidam apresentam um ponto em comum: a fragilidade no processo de formação de sua identidade. Algumas delas não conseguiram criar vínculos com o mundo do trabalho e tiveram vários empregos em um curto período de tempo. Outras não enxergam perspectivas nos estudos.

Muitas vezes elas demonstram um comportamento mais infantil do que o esperado para sua idade e não aceitam as responsabilidades. Por isso, sentem que não encontram seu espaço no mundo, analisa a psicóloga.

Para essas meninas, a gravidez tem uma dupla função. “Além de servir como justificativa para a inadequação, a barriga traz um certo poder e até status dentro da família. Preenche o vazio que elas sentem por causa da crise de identidade”, afirma Raquel.


Veja a tese de Gláucia da Motta Bueno

Ballone GJ - Gravidez na Adolescência - in. PsiqWeb, Internet, disponível em <http://sites.uol.com.br/gballone/infantil/adoelesc3.html> revisto em 2003

 

Esse trecho é do site ESAD -EDUCAÇÃO SEXUAL A DISTÂNCIA.

"A gravidez durante a adolescência (gravidez precoce) é cada vez mais freqüente, sendo considerada importante questão de saúde pública, tanto pelos motivos que a produzem quanto pelas suas conseqüências.

O índice de adolescentes grávidas chega a 10,7% entre jovens de 15 a 20 anos de idade, sendo que comumente a opção é pelo aborto, desfecho de 77,8% a 89,5% das gestações deste período da vida, o que confirma a pequena porcentagem de gestações que são levadas a termo por mulheres jovens.

Números semelhantes são observados ao se avaliar a aceitação da gestação pela jovem: em 90% dos casos não é desejada e cursa com importante angústia e bloqueios afetivos, o que explica, em parte, a alta porcentagem de gestações que termina com a prática do aborto.

O grande número de abortos clandestinos resultantes desta realidade já foi argumento de alguns países para a legalização desta prática, o que diminuiria os riscos à saúde e à vida a que se expõe a mulher.

A modificação deste quadro (gravidezes indesejadas e abortos provocados em grande escala) depende, primeiramente, da educação e do diálogo com os pais, que são a influência primária sobre a vida do indivíduo e, posteriormente, dos educadores e profissionais de saúde, como formadores de opinião, podendo atuar sobre os pais e sobre os jovens. Estes últimos podem exercer influência entre si, já que a identificação com o grupo é uma das principais características da adolescência." veja tudo

 

 

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