|
Porém, algumas vezes podemos estar diante de um quadro
de Hiperatividade Infantil, que foge da simples questão de
comportamento. É um transtorno que vive a desafiar a teimosia dos
avós, os quais continuam achando que "crianças são assim
mesmo" (eles não vivem 24h por dia com essas crianças), ou
que os pais delas também eram assim quando crianças, ou que esses pais
de hoje em dia não têm paciência.
Não. Decididamente não se trata de crianças que têm
energia demais, como dizem alguns psicólogos mal informados, elas têm
uma doença perfeitamente conhecida pela medicina. A Hiperatividade,
mais precisamente ao Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), não
é um problema neuropsiquiátrico que dá apenas nos filhos dos
outros. O TDAH não tratado pode ser responsável por enorme
frustração dos pai. Uma das angústias experimentadas por eles é que
os pacientes diagnosticados com TDAH são freqüentemente rotulados de
"problemáticos", "desmotivados",
"avoados", "malcriados",
"indisciplinados", "irresponsáveis" ou, até mesmo,
"pouco inteligentes".
Devido à série de problemas psicológicos, sociais,
educacionais e até mesmo criminais que pode ocorrer como conseqüência
do não tratamento do TDAH, é muito importante que os profissionais da
área de saúde mental e educação, além das famílias, estejam pelo
menos informados sobre a existência do TDAH e os seus principais
sintomas.
As crianças portadoras de TDAH ultrapassam a festiva
barreira das travessuras engraçadinhas, deixam de ser adoráveis
diabinhos e se transformam em um verdadeiro transtorno na vida dos pais,
professores e todos que estiverem a sua volta. Elas parecem ignorar as
regras de convívio social e, devido ao incômodo que causam, acabam
sendo consideradas de má índole, caráter ou coisa parecida. No
entanto, é preciso deixar claro que as crianças hiperativas não são,
de forma nenhuma, más. Além disso, elas não se convencem facilmente e
não conseguem se concentrar na argumentação lógica dos pais já que
essas crianças têm extrema dificuldade em sentar e dialogar.
Por outro lado, ainda é comum encontrar entre leigos,
a noção de que a criança hiperativa seja apenas malcriada, ou mal
educada pelos pais. Este tipo de acusação freqüentemente resulta em
sensação de fracasso pelos pais. Por isso, é muito importante que os
profissionais estejam preparados para suportar e desfazer este mito.
O site Hiperatividade.Com
perguntou "Qual o profissional que você procura quando suspeita
que alguém tem TDAH?". As respostas foram as seguintes:
|
Especialidade
|
%
|
|
Neurologista
|
34.41
|
|
Psicólogo
|
33.33
|
|
Psiquiatra
|
18.28
|
|
Pediatra
|
4.30
|
|
Fonoaudiólogo
|
3.23
|
|
Professor
|
3.23
|
|
Seu
médico
|
3.23
|
Como e
Porque o TDAH
Devido às dificuldades culturais para esse
diagnóstico, principalmente devido ao fato da cultura não acreditar
que crianças possam ter algum problema emocional, por muito tempo se
duvidou que existisse um transtorno com as características do TDAH.
Quando a medicina detectou que, de fato, crianças com esse tipo de
problema pudessem ter um diagnóstico clínico, este conjunto de
sintomas ganhou o nome de Disfunção Cerebral Mínima.
Quadro
Clínico do TDAH
O Transtorno de Déficit de Atenção é caracterizado
primariamente por:
1.
Dificuldade de atenção e concentração, característica que se pode
estar presente desde os primeiros anos de vida do paciente.
2. A criança (ou adulto quando for o caso) tende a se mostrar
"desligada", tem dificuldade de se organizar e, muitas vezes,
comete erros em suas tarefas devido à desatenção. Estas
características tendem a ser mais notadas por pessoas que convivem com
o paciente.
3. Constantemente esses pacientes esquecem informações, compromissos,
datas, tarefas, etc...
4. Costumam perder ou não se lembrar onde colocaram suas coisas.
5. Têm dificuldades para seguir regras, normas e instruções que lhe
são dadas.
6. Tem aversão à tarefas que requerem muita concentração e
atenção, como lições de casa e tarefas escolares.
Em cerca de metade dos casos pode ainda apresentar hiperatividade, como
movimento incessante de mãos e pés, dificuldade de permanecer sentado
ou dentro da sala de aula fala muito, se mexe muito e tem dificuldade em
realizar qualquer tarefa de maneira quieta e recatada.
Em alguns casos, pode acontecer também a impulsividade caracterizada
pela incapacidade de esperar a sua vez, interrompendo ou cortando outras
pessoas durante uma conversa e também pelo impulso de falar as
respostas antes que as perguntas sejam terminadas.
|
Critérios
Diagnósticos para Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade
|
| A.
Ou (1) ou (2) |
1)
seis (ou mais) dos seguintes sintomas de desatenção
persistiram por pelo menos 6 meses, em grau mal-adaptativo e
inconsistente com o nível de desenvolvimento:
Desatenção:
(a) freqüentemente deixa de prestar atenção a detalhes ou
comete erros por descuido em atividades escolares, de trabalho
ou outras
(b) com freqüência tem dificuldades para manter a atenção
em tarefas ou atividades lúdicas
(c) com freqüência parece não escutar quando lhe dirigem a
palavra
(d) com freqüência não segue instruções e não termina
seus deveres escolares, tarefas domésticas ou deveres
profissionais (não devido a comportamento de oposição ou
incapacidade de compreender instruções)
(e) com freqüência tem dificuldade para organizar tarefas e
atividades
(f) com freqüência evita, antipatiza ou reluta a envolver-se
em tarefas que exijam esforço mental constante (como tarefas
escolares ou deveres de casa)
(g) com freqüência perde coisas necessárias para tarefas ou
atividades (por ex., brinquedos, tarefas escolares, lápis,
livros ou outros materiais)
(h) é facilmente distraído por estímulos alheios à tarefa
(i) com freqüência apresenta esquecimento em atividades diárias |
| (2)
seis (ou mais) dos seguintes sintomas de hiperatividade
persistiram por pelo menos 6 meses, em grau mal-adaptativo e
inconsistente com o nível de desenvolvimento: |
Hiperatividade:
(a) freqüentemente agita as mãos ou os pés ou se remexe na
cadeira
(b) freqüentemente abandona sua cadeira em sala de aula ou
outras situações nas quais se espera que permaneça sentado
(c) freqüentemente corre ou escala em demasia, em situações
nas quais isto é inapropriado (em adolescentes e adultos,
pode estar limitado a sensações subjetivas de inquietação)
(d) com freqüência tem dificuldade para brincar ou se
envolver silenciosamente em atividades de lazer
(e) está freqüentemente "a mil" ou muitas vezes
age como se estivesse "a todo vapor"
(f) freqüentemente fala em demasia |
Impulsividade:
(g) freqüentemente dá respostas precipitadas antes de as
perguntas terem sido completadas
(h) com freqüência tem dificuldade para aguardar sua vez
(i) freqüentemente interrompe ou se mete em assuntos de
outros (por ex., intromete-se em conversas ou brincadeiras) |
| B.
Alguns sintomas de hiperatividade-impulsividade ou desatenção
que causaram prejuízo estavam presentes antes dos 7 anos de
idade. |
| C.
Algum prejuízo causado pelos sintomas está presente em dois
ou mais contextos (por ex., na escola [ou trabalho] e em
casa). |
| D.
Deve haver claras evidências de prejuízo clinicamente
significativo no funcionamento social, acadêmico ou
ocupacional. |
| E.
Os sintomas não ocorrem exclusivamente durante o curso de um
Transtorno Invasivo do Desenvolvimento, Esquizofrenia ou outro
Transtorno Psicótico e não são melhor explicados por outro
transtorno mental (por ex., Transtorno do Humor, Transtorno de
Ansiedade, Transtorno Dissociativo ou um Transtorno da
Personalidade). |
| Codificar
com base no tipo: |
F90.0
- 314.01 Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade,
Tipo Combinado: se tanto o Critério A1 quanto o Critério A2
são satisfeitos durante os últimos 6 meses.
F98.8 - 314.00 Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade,
Tipo Predominantemente Desatento: Se o Critério A1 é
satisfeito, mas o Critério A2 não é satisfeito durante os
últimos 6 meses.
F90.0 - 314.01 Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade,
Tipo Predominantemente Hiperativo-Impulsivo: Se o Critério A2
é satisfeito, mas o Critério A1 não é satisfeito durante
os últimos 6 meses. |
| Nota
para a codificação: Para indivíduos (em especial
adolescentes e adultos) que atualmente apresentam sintomas que
não mais satisfazem todos os critérios, especificar "Em
Remissão Parcial". |
O diagnóstico de TDAH pode ser
difícil, pois os sintomas demonstrados pelos pacientes podem ocorrer
não só devido ao TDAH, como também a uma série de problemas
neurológicos, psiquiátricos, psicológicos e sociais. Entre estes
distúrbios neuropsiquiátricos podemos mencionar a Síndrome de
Tourette, Epilepsias, transtornos de humor ou ansiedade, transtornos de
personalidade, retardo mental, ambiente estressante, problemas
familiares, etc...
Normalmente o diagnóstico começa pela eliminação outras patologias
ou problemas sócio/ambientais, possivelmente causadoras dos sintomas.
Além disso, os sintomas devem, obrigatoriamente, trazer algum tipo de
dificuldade na realização de tarefas ou devem causar algum tipo de
impedimento para a realização de tarefas.
A idade e a forma do surgimento dos sintomas também são importantes,
devendo ser investigados, já que no TDAH, a maioria dos sintomas está
presente na vida da pessoa há muito tempo, normalmente desde a
infância. Portanto, por se tratar de um transtorno de natureza crônica
e atrelado à constituição da pessoa, os sintomas de dificuldade de
atenção/concentração ou hiperatividade semelhantes ao TDAH mas que
apareçam de repente, de uma hora para outra, tem uma grande
possibilidade de NÃO serem TDAH.
Para que se considere um TDAH, os sintomas devem se manifestar em
vários ambientes (escola, casa, viagens, etc..). Os sintomas que só
aparecem em um ambiente, como por exemplo, só em casa, só na escola,
só quando sai de casa... etc., devem ser investigados com mais cuidado,
para se verificar se não são de origem psicológica.
A criança com TDAH deve aparentar uma inteligência normal. Trabalhos
escolares e testes de inteligências tendem a produzir "falsos
positivos" para retardo mental em crianças com TDAH, devido à
dependência destas atividades na atenção da criança.
Em casos onde há dúvidas sobre o diagnóstico de TDAH, pode ser
interessante o uso de alguma experiência com medicamentos, somado ao
uso de observações comportamentais e testes de inteligência. Neste
caso a criança é testada e observada anteriormente, medicada e depois
de 6 a 8 semanas, ela é novamente observada e testada, verificando se
houve ou não mudança nos sintomas. Na maior parte dos casos de TDAH,
há um aumento significativo na pontuação do teste de inteligência e
uma diminuição dos sintomas observados.
Qual é a
diferença entre a inquietude habitual das crianças normais e aquela
que apresentam as crianças com síndrome de hiperatividade?
Todos as crianças são desatentos e impulsivos e exibem altos níveis
de energia de vez em quando. No caso de TDAH, esta conduta se manifesta
quase todo o tempo. Quando a criança exibe a conduta descrita
hiperativa, típica do TDAH, ainda que o faça de forma consistente,
não se deve chegar à conclusão errônea de que a criança tem esta
desordem. Até que não se complete uma avaliação apropriada, só se
pode supor que a criança tenha uma hipercinesia. Além disso os
critérios diagnósticos necessários mudam com a idade.
Como se origina o TDAH?
Muitos pais se perguntam, que fizemos de errado para
que isso acontecesse?
Cada vez ha mais evidencia que o TDAH não se origina de um problema
ambiental ou da relação familiar, senão que tem bases
neurobiológicas, ou seja, provavelmente se transmite de forma genética
e se dá através de um desequilíbrio das substâncias químicas do
cérebro ou de neurotransmissores que regulam a conduta.
Esse desequilíbrio bioquímico impede essas crianças
de enfocar a atenção numa determinada tarefa, prestando igual
atenção a todos os estímulos do ambiente, inclusive naqueles que não
são úteis, portanto, não podendo manter a concentração naquilo que
se está resolvendo.
É como se estivéssemos numa casa cheia de gente,
falamos com uma pessoa, mas não podemos deixar de ouvir as conversas de
todos os outros, além dos outros sons, as luzes e tudo o que se move.
Também não está provado que a hiperatividade e o déficit de
atenção sejam produzidos por assistir demasiadamente a TV, consumir
determinados alimentos como açúcares, nem por problemas familiares.
Sabe-se que as crianças com TDAH têm mais freqüentemente antecedentes
de mães que fumavam muito durante a gravidez, ou consumiam álcool,
drogas ou outros tóxicos.
Atualmente, as pesquisas sobre o TDAH sugerem haver um
fator genético, juntamente com algum tipo de influência ambiental para
que esse transtorno se desenvolva. O fator genético é cogitado devido
à grande concordância que existe entre gêmeos homozigóticos com o
TDAH, mesmo quando submetidos à ambientes diferentes. Mas, apesar
disso, até o momento não se sabe quais seria os genes envolvidos neste
problema.
Outro fato que parece sustentar esta hipótese é que
pacientes com TDAH tendem a vir de famílias com alguma
desestruturação ou que contenham algum histórico de problemas
psiquiátricos. Do ponto de vista neuropsicológico, parece haver uma
certa concordância de que o Locus Ceruleus, o Córtex Pré-Frontal, o
Tálamo e o Córtex Parietal estariam relacionados ao TDAH. Há ainda
alguma idéia sobre possíveis alterações na estrutura cerebral,
especialmente do lobo frontal direito e parte anterior do corpo caloso,
em pacientes com TDAH, porém os achados até o presente momento não
permitem uma conclusão sobre esta hipótese.
Também se cogita sobre alguma implicação dos
neurotransmissores do grupo das catecolaminas, como por exemplo a
Dopamina e Noradrenalina nesse transtorno. Essa hipótese se reforça na
medida em que a medicação utilizada para o tratamento do TDAH funciona
principalmente com estes neurotransmissores.
Como se realiza o diagnóstico?
Muitas vezes os professores são os primeiros a
detectar o problema, já que podem comparar a conduta entre crianças da
mesma idade. Quando se suspeita que a criança possa estar sofrendo
deste transtorno, deve-se realizar uma consulta com um profissional
especializado. Existem escalas, como a Escala de Conners, amplamente
utilizadas como escore de suspeita, com versões validadas em
populações latinas.
Qual é o tratamento?
Sabe-se que só o tratamento que combine três aspectos
pode ser efetivo em longo prazo. O plano terapêutico se baseia
fundamentalmente em três premissas:
1. Adequação das opções educativas
Existem varias técnicas para melhorar a aprendizagem, mas
fundamentalmente mencionaremos as seguintes:
· Um ambiente muito bem estruturado ajuda a criança a ordenar-se.
· Favorecer ambientes onde tenha a menor distração possível.
· Supervisionar pessoalmente as tarefas.
· Estabelecer um tempo extra e fixo para que copie seu trabalho,
lembrando que quando o tempo se esgotar deve parar e não deixar passar
do limite.
· Fracionar as tarefas em intervalos curtos de tempo, com descansos
entre uma e outra.
· Usar ajudas visuais como imagens em livros, em quadros, ou favorecer
a aprendizagem por computador, para manter-lhe a atenção.
· Ser positivo e gratificante com cada sucesso cotidiano por menor que
seja, para estimular o esforço em manter a atenção e reduzir o estado
de frustração e cansaço.
· Usar métodos que permitam o autocontrole, como cronogramas, agendas,
listas.
2. Psicoterapia
Atualmente se tem provado maior efetividade com o uso de terapias do
tipo cognitivo- comportamental e com o apoio à família para
restabelecer e conservar um vínculo adequado.
3. Tratamento farmacológico
Os fármacos chamados psicoestimulantes, como por
exemplo o metilfenidato (Ritalina®) tem permitido, junto com a
psicoterapia, melhorar o prognóstico e a qualidade de vida dessas
crianças. O médico especialista pode utilizar outras medicações,
como por exemplo, os antidepressivos. Devem realizar-se controles
periódicos, valorizando entre outros, o apetite, o crescimento e o
sono, que são os problemas mais freqüentes que se associam ao uso de
esses medicamentos.
É natural que exista certa preocupação por parte dos pais em usar os
fármacos por tanto tempo mas, devem sempre ser avaliados os riscos e
benefícios do tratamento, juntamente com a qualidade social e escolar
da criança.
Há algum outro tratamento?
Existem múltiplos tratamentos "alternativos"
que não deram
resultados cientificamente comprovados, e se baseiam em experiências
muito esdrúxulas:
· Biofeedback
· Megavitaminas
· Dietas restringidas
· Tratamentos antialérgicos
· Tratamentos antroposóficos
· Tratamentos para o ouvido interno
· Tratamentos para infecções intestinais
· Quiropraxia
· Treinamento visual
· Cromoterapia
· Florais de Bach
· Esportes para "gastar energias"
· "Uma senhora" que mexe com aura ou coisas assim
· Uma "outra senhora" que faz algum "passe"
Até não ter comprovação científica, submeter as
crianças a esses experimentos pode causa perdas
irreparáveis de tempo e de esperanças da família, além de prejudicar
significativamente o desenvolvimento da criança. Sabe-se que a
hiperatividade melhora com o tempo e que seus sintomas mudam com a idade,
mas pode persistir na fase adulta (veja Déficit
de Atenção no Adulto).
Ballone GJ - Distúrbio
de Déficit de Atenção por Hiperatividade - in. PsiqWeb Psiquiatria Geral, Internet, disponível em
<http://sites.uol.com.br/gballone/infantil/tdah.htm>2002
Sugestão Bibliografia
Bastos, F; Bueno, M. (1999). Diabinhos: Tudo sobre o Transtorno de
Déficit de Atenção/Hiperatividade - acessado no dia 9 de junho de
2000 no endereço: http://www.neurociencias.nu/pesquisa/add.htm
Chess, S.; Mahin, H. (1982). Princípios e Prática da Psiquiatria
Infantil. Porto Alegre: Artes Médicas.
Gorodscy, R. C. (1990). A Criança Hiperativa e o seu Corpo: Um estudo
compreeensivo da hiperatividade em crianças. São Paulo. Tese de
Doutorado - Instituto de Psicologia, Universidade de São Paulo.
Kandel, E. R.; Schwartz, J. H.; Jessel, T. M. (1997) Fundamentos da
Neurociência e do Comportamento. Rio de Janeiro: Prentice-Hall.
Lefevre, A. B. (1978). Disfunção Cerebral Mínina. In: Marcondes, E.,
(coord.) Pediatria Básica (6 ed.) São Paulo: Sarvier.
National Institutes of Health (1998). NIH Consensus Statement -
Diagnosis and Treatment of Attention/Hiperactivity Deficit Disorder (ADHD).
Washinton, D.C.: NIH.
Santos, C. L.N.G. (1998) Tópicos em Neiurociência Cognitiva e
Reabilitação Neuropsicológica. São Paulo: URN - Unidade de
Reabilitação Neuropsicológica.
Schulz, K. et al (2000)l. Neurobiological Models of Attention - Deficit/Hiperactivity
Disorder: A Brief Review of the Empirical Evidence. CNS Spectrums.
2000;5(6).
Solanto, M. (2000). The Predominantly Inattentive Subtipe of
Attention-Deficit/Hiperactivity Disorder. CNS Spectrums. 2000;5(6)
Train, A. (1993). Ajudando a Criança Agressiva. Campinas: Papirus.
Sugestão de um site: Fernando Lage Bastos e Marcelo Cunha Bueno
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