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A Imunidade pode sofrer influência do Estresse
O Desejo sexual feminino pode ser de origem masculina
Anorexia cresce entre adolescentes
Álcool em idosos; pode ser benéfico se moderado
Musculação pode ser grave
Café protege fumantes contra câncer de bexiga
Estresse também pode engordar
A vida sexual depois do câncer
A criança deprimida
Tremor essencial, uma doença muito confundida

Café protege fumantes contra câncer de bexiga
Cientistas espanhóis disseram que beber café pode ajudar a evitar o desenvolvimento de câncer de bexiga em fumantes, segundo estudo publicado no Journal of Epidemiology ande Community Health.
O fumo é um dos principais fatores de risco de câncer de bexiga. Acreditava-se, até então, que o café também contribuía para aumentar o risco. Mas a pesquisa recente revelou que os fumantes que não bebem café têm maior probabilidade de desenvolver a doença.
"Isso sugere que o consumo do café modifica o efeito do tabaco fumado," disse dr. Gonzalo Lopez-Abente, do Instituto de Saúde Carlos III, em Madrid. Mas advertiu: "Não fume. Acho perigoso considerar o consumo de café como um hábito preventivo."
A equipe espanhola analisou os dados de mais de 1.500 pacientes, 500 dos quais com câncer de bexiga, atendidos em 12 hospitais da Espanha, durante o período de 112 meses. E a comparação entre o consumo de café e fumo trouxe revelações inéditas, informou a agência Reuters.
Como, por exemplo, que os fumantes que bebiam café tinham três vezes mais probabilidade de desenvolver câncer de bexiga do que os pacientes que bebiam café mas não fumavam. Mas os fumantes que não bebiam café tinham sete vezes mais probabilidade do que os não fumantes.
"Descobrimos que a probabilidade de câncer de bexiga era mais alta em fumantes que não bebiam café," explicou Lopez-Abente, sugerindo que os efeitos protetores do café nos fumantes podem ser atribuídos a uma redução de outras toxinas.
O câncer de bexiga, que afeta anualmente mais de 100.000 pessoas nos Estados Unidos e Europa, é mais comum nos homens do que nas mulheres e a incidência da doença aumenta com a idade. Se for diagnosticada e tratada cedo, as chances de sobrevivência são boas.

Café pode evitar doença de Parkinson, revela estudo norte-americano
Café pode ajudar a deter a doença de Parkinson, mas não se sabe o bastante para poder recomendar o aumento do consumo como medida preventiva, segundo um estudo do Department of Veterans Affairs em Honolulu, nesta terça-feira.
Os autores desconhecem como o café atua, mas admitem que a cafeína possa proteger contra a destruição da célula nervosa, o que causa a doença. Disseram ter esperanças de que um dia seja possível encontrar um modo de evitar ou retardar essa doença neurológica.
"O que entusiasma neste estudo é que agora temos ainda mais provas de que fatores ambientais alteram o risco de desenvolvimento da doença de Parkinson," disse G. Webster Ross, um dos autores.
"Temos medicamentos que tratam os sintomas," disse. "O que realmente precisamos é um meio de evitar a doença ou retardá-a. Nossos resultados sustentam a hipótese de que isso é possível."
A doença, que causa tremores musculares e fraqueza, afeta cerca de uma em 200 pessoas em todo o mundo, muito delas idosas. Entre as vítimas mais famosas encontram-se o papa João Paulo II, o ex-boxeador Muhammade Ali, o ator Michael J. Fox e a secretária de Justiça dos Estados Unidos, Janet Reno.
O estudo enfocou dados colhidos durante 30 anos de 8.004 homens participantes de um programa cardíaco e descobriu que quem não bebia café tinha um risco de Parkinsom cinco vezes maior do que os homens que consumiam cinco ou mais xícaras de café por dia.
Depois de ajustados os dados por idade e consumo de cigarro, o risco da doença era duas a três vezes maior para os que não bebiam café. Relação semelhante foi observada no consumo de cafeína de outras fontes. O estudo está publicado no Journal of the Americam Medical Association.
"Ainda é cedo demais para recomendar o consumo de café visando evitar a doença de Parkinson," disse Ross. "Embora nosso estudo tenha descoberto uma forte relação entre os bebedores de café e baixos índices da doença, não identificamos a exata causa desse efeito."
Ross disse que estudos anteriores identificaram uma associação entre o tipo de personalidade "ousada" com comportamentos destrutivos, tais como fumo e bebida, e taxas mais baixas da doença. O alto consumo de café pode ser outra característica dessa personalidade, acrescentou.
Fonte:
CNNemPortugues

 
  Estresse também pode engordar
Seus danos à saúde psicológica já são sentidos por milhões de pessoas no mundo inteiro, mas uma nova pesquisa revela que o estresse também pode resultar em vários quilinhos a mais. Um livro sobre dietas, que acaba de ser lançado, sugere que o estresse crônico e implacável pode levar a um perigoso ganho de peso, pelo menos em homens e mulheres de meia-idade.
Pamela Peeke, autora de "Fight Fat After Forty" ("Lutando contra a gordura depois dos 40") e monitora da Escola de Medicina da Universidade de Maryland, em Baltimore, sustenta que o cérebro libera um hormônio do estresse quando as pessoas são expostas a situações desgastantes. Tal hormônio, em troca, provoca uma reação em cadeia que faz com que determinadas células retenham mais gordura.
"Há receptores especiais nas células de gordura mais profundas do abdômen, as quais têm a função específica de fisgar o hormônio do estresse. O que acontece é que o hormônio do estresse as estimula a aceitar a gordura", diz Peeke, que também é cientista do Instituto Nacional de Saúde.
Segundo Peeke, o corpo humano tem uma predisposição para armazenar gordura quando o chamado mecanismo de defesa "combate ou fuga", em que o coração acelerado pode irrigar os músculos com um volume maior de sangue, é acionado.
O problema é que o cérebro, diz Peeke, não sabe diferenciar entre o estresse crônico e o estresse diário. Além disso, as técnicas de relaxamento podem não ser suficientes, uma vez que a melhor maneira de bloquear os hormônios do estresse é através da endorfina beta, produzida durante exercícios, notou a cientista em seu livro.
"O levantamento de peso, praticado rotineiramente por homens e mulheres -- isso quer dizer duas vezes por semana, por 30 a 40 minutos e de forma vigorosa --, é realmente a saída", analisou Peeke. Hábitos alimentares saudáveis também ajudam. Os conselhos de Peeke são: tentar limitar a ingestão de proteínas e evitar amidos após as cinco horas da tarde, especialmente. Os especialistas ressaltam que o papel exato do estresse no aumento de peso ainda tem que ser comprovado, mas que a compreensão das fontes do problema são o caminho para a descoberta da solução.
Fonte:
CNNemPortugues
 
  A vida sexual depois do câncer
Mais pacientes estão sobrevivendo ao câncer por maiores períodos de tempo que no passado graças à existência de melhores tratamentos. Entretanto, após sobreviver ao câncer algumas pessoas podem apresentar alguma disfunção sexual física e psicológica.
Em torno de 50% das mulheres que têm recebido tratamento prolongado para o câncer da mama ou para cânceres ginecológicos dizem ter uma disfunção sexual em largo prazo, e esta varia desde a perda do apetite sexual até sentir dor durante o coito.
Quase 70% dos homens tratados de câncer na próstata experimentam disfunção sexual em longo prazo, especialmente perda do apetite sexual e disfunção erétil. O grau até o qual a disfunção sexual afeta a qualidade de vida de cada pessoa é algo muito individual. O paciente que está se recuperando de câncer deve falar com seu médico de suas preocupações sobre a disfunção sexual.

Fatores que atingem a função sexual na pessoa com câncer
A disfunção sexual pode ainda ser causada por trauma físico, psicológico ou por ambos, como resultado do câncer ou de seu tratamento. Os fatores físicos podem incluir lesão dos nervos, dos vasos sanguíneos e/ou de órgãos.
A dor durante o coito e mudanças na mucosa da vagina podem ser causados pela cirurgia, pela quimioterapia, pela radioterapia ou pela terapia a base hormonal. A dor, a fadiga e o mal estar geral também podem ser causados pelo tratamento contra o câncer. Os fatores psicológicos podem incluir depressão, confusão, ansiedade, sentimentos de culpa e tensão nervosa causados pelo diagnóstico de câncer, bem como pelas mudanças na autoestima depois da cirurgia e dos efeitos do tratamento de quimioterapia sobre a estética corporal.

Fatores psicológicos
Os pacientes que se recuperam de câncer podem sentir-se ansiosos ou culpados, pensando que suas atividades sexuais anteriores tinham podido causar a doença, e que mais atividade sexual poderia fazer que o câncer retornasse ou poderia, ainda, contaminar de câncer a seu companheiro.
No há prova de que o câncer possa transmitir-se de uma pessoa a outra. É importante que os indivíduos em recuperação do câncer comentem seus sentimentos com o médico, já que este pode responder mais corretamente a qualquer pergunta que o paciente tenha, além de poder encaminhar o paciente a outros médicos e organizações capazes de oferece-lhe mais apoio e informação.
Alguns indivíduos podem sentir menos prazer sexual ou perder o desejo sexual. A depressão pode ser um fator subjacente agravante ou determinante para alguns pacientes que têm estes sentimentos. É importante que os pacientes discutam suas sentimentos com seu médico: a depressão é uma doença que pode ser tratada eficazmente.
A opinião pessoal da pessoa a respeito de seu corpo é muito importante. Os pacientes podem ver seu corpo de uma maneira distinta depois de terem se submetidos a um tratamento contra o câncer. A cirurgia que remove o câncer pode ter um efeito muito importante sobre a autoestima de cada pessoa. É importante que o paciente fale com seu médico sobre essas preocupações.
Freqüentemente a pressão de receber um diagnóstico de câncer e iniciar rapidamente o tratamento contra esta doença pode causar pressões em outras áreas da vida do paciente, inclusive em suas relações interpessoais. Estas pressões podem provocar uma tensão capaz de se manifestar como disfunção sexual. O paciente solteiro pode deixar de sair de casa por completo, porque pensa que poderiam rejeitá-lo por sua doença.

Fatores físicos
O câncer e seu tratamento podem produzir consideráveis mudanças na aparência física e no bem-estar físico de uma pessoa. A diferencia no nível de energia e vitalidade, a dor crônica, o aumento de peso e outras restrições devidas ao tratamento podem ter conseqüências importantes no apetite sexual, podem produzir uma perda completa de interesse pelas relações sexuais.

Fatores secundários à cirurgia e relacionados com o tratamento
Alguns procedimentos cirúrgicos podem afetar a habilidade do paciente de lograr satisfação sexual. Entre estes se encontram a cirurgia para os cânceres da próstata, da mama, outros cânceres ginecológicos, colo-retal, testicular, do pênis e de muitos tipos de cânceres gastrintestinais. Os médicos não estão de acordo ainda quanto ao ponto até onde os procedimentos cirúrgicos que preservam a maior porção possível do órgão afetado repercutem na habilidade do paciente de manter a função sexual.
Os pacientes que estão preocupados sobre as conseqüências que o procedimento cirúrgico proposto possa ter, no futuro, em relação à função sexual, devem examinar bem este assunto com seu médico. É importante que o médico esteja consciente da preocupação do paciente de maneira que possa eleger o tratamento mais apropriado.
A cirurgia para o câncer da próstata que procura não afetar os nervos, a cirurgia colo-retal e a de outros tipos de câncer dos órgãos reprodutivos podem preservar a função erétil em alguns homens. Estes conversar e discutir a cirurgia preservadora dos nervos e as técnicas rádio-terápicas com seus médicos.
As mulheres que se submetem à cirurgia para remover o útero, os ovários, a bexiga, o colo, o reto e outros órgãos do abdome ou da pélvis podem experimentar mais disfunção sexual que aquelas que recebem tratamento para outros tipos de câncer.
Estas mulheres podem sentir dor durante o coito; esta dor pode ser causada por uma redução no tamanho e na integridade estrutural da vagina devido à cirurgia. Aconselha-se às mulheres a explicar suas preocupações ao médico. É importante que a mulher compreenda bem todos os efeitos secundários possíveis que se associam ao tratamento proposto.

Fatores secundários à quimioterapia
A quimioterapia sistêmica circula por todo o corpo e pode afetar a concentração hormonal tanto no homem como na mulher, levando à disfunção sexual em ambos. Alguns fármacos quimioterápicos podem causar lesão aos nervos e também produzir disfunção sexual.
Algumas mulheres experimentam uma menopausa induzida pela quimioterapia, o que pode produzir calores repentinos, redução da espessura da parede vaginal, secura da mucosa vaginal e outras afecções capazes de complicar o apetite sexual ou de diminuir o prazer sexual.
Os homens e as mulheres que recebem transplantes de medula óssea podem ter vários episódios graves que produzam disfunção sexual.
A terapia hormonal para o homem que sofre de câncer prostático pode alterar a concentração hormonal normal e produzir uma profunda redução do apetite sexual, disfunção erétil ou inabilidade de chegar ao orgasmo. No se sabe claramente si a mulher tratada com tamoxifeno devido para o câncer da mama experimenta uma disfunção sexual semelhante à do homem que recebe terapia hormonal.
Fonte:
TuMedico.Com

 
  A criança deprimida
Não são só os adultos os que se deprimem. As crianças e os adolescentes podem sofrer também de depressão, felizmente uma doença tratável. A depressão se define como uma doença quando a condição depressiva persiste e interfere com a habilidade funcional da criança e/ou do adolescente.
Aproximadamente 5% das crianças e adolescentes da população geral padece de depressão em algum momento. A criança do mundo moderno vive com muita tensão emocional e corre maior risco de sofrer depressão. Esta, por sua vez, pode proporcionar desordens da atenção, da aprendizagem ou da conduta.
O comportamento das crianças e adolescentes deprimidos é diferente do comportamento dos adultos deprimidos. Os psiquiatras de crianças e adolescentes recomendam aos pais que estejam atentos aos eventuais sintomas de depressão que possam apresentar suas crianças.
Os pais devem buscar ajuda se um ou mais dos seguintes sintomas de depressão persistem:
  1. Tristeza persistente, choro fácil e profuso
  2. Desesperança
  3. Perda de interesse nas atividades favoritas
  4. Apatia persistente e falta de energia
  5. Isolamento social, comunicação pobre
  6. Baixa autoestima e sentimentos de culpa
  7. Sensibilidade extrema para rejeição ou fracasso
  8. Aumento na dificuldade de relacionar-se, falta de coragem e hostilidade
  9. Dificuldade em suas relações
  10. Queixas freqüentes de doenças físicas, tais como dor de cabeça ou estomago
  11. Ausências freqüentes da escola e piora nos estudos
  12. Concentração pobre
  13. Mudanças notáveis nos padrões de comer e de dormir
  14. Falar em sumir de casa
  15. Pensamentos ou expressões suicidas, comportamento autodestrutivo

Uma criança que costuma estar com seus amigos e começa a passar a maior parte do tempo sozinho, que perde o interesse por tudo e por todos é uma criança deprimida. As coisas que desfrutada prazer previamente já não a motivam. As crianças maiores e adolescentes deprimidos dizem, às vezes, que queriam estar mortos ou chegam a falar de suicídio. Os adolescentes deprimidos podem abusar do álcool ou de outras drogas tentando sentir-se melhor.
As crianças e adolescentes que se portam mal em casa e na escola podem estar sofrendo de depressão sem que se dêem conta disso. Os pais e professores não se dão conta de que a má conduta pode ser um sintoma de depressão porque essas crianças nem sempre dão a impressão de estarem tristes. Entretanto, perguntando-se diretamente, algumas vezes as crianças admitem que estão tristes ou que são infelizes.
O diagnóstico e tratamento precoce da depressão são essenciais para as crianças deprimidos. Esta é uma doença real que requer ajuda profissional especializada. Um tratamento compreensivo pode incluir ambas terapias, a individual e a familiar. Deve também incluir o uso de medicamentos antidepressivos. Para ajudar, os pais devem pedir a seu médico que indique um psiquiatra de crianças e adolescentes, o qual está habilitado para diagnosticar e tratar a depressão nessas faixa etária.
Fonte:
TuMedico.Com

 
  Tremor essencial, uma doença muito confundida
O tremor essencial ainda é muito confundido com a doença de Parkinson. Muitos pacientes procuram atendimento achando que apresentam esta segunda condição. Embora seja relativamente benigno, o tremor pode, em muitos casos, causar grande desconforto e interferir na realização de tarefas diárias.

Epidemiologia
A prevalência do tremor essencial, que varia na população entre 0,4 e 4%, não escolhe idade, mas a incidência aumenta com o passar dos anos. É uma condição hereditária (genética) e existe em grande freqüência na população em geral. Ao fazer o histórico do paciente, o médico é informado sobre casos da doença entre os familiares.

Quadro clínico
O quadro clínico característico é composto por tremor de extremidades, principalmente membros superiores. Ocorre durante postura sustentada (estender os braços) e movimentos voluntários (escrever, pegar um copo). Ao contrário da doença de Parkinson, o tremor de repouso é raro. Além dos membros, pode haver ainda tremor da cabeça e da voz (cefálico e vocal).

Diagnóstico diferencial
O diagnóstico diferencial entre o tremor essencial e a doença de Parkinsom é feito através dos seguintes observações:

  1. o tremor essencial, ao contrário da doença de Parkinson, na maioria dos casos, é simétrico (nos dois lados do corpo) ou levemente assimétrico;
  2. no quadro de tremor essencial, rigidez e bradicinesia (lentidão anormal dos movimentos) não estão presentes;
  3. o tremor essencial é associado ao tremor da cabeça e da voz, enquanto a doença de Parkinsom está associada ao tremor do queixo;
  4. não há instabilidade postural ou de marcha no tremor essencial (quando a pessoa está parada ou andando respectivamente);
  5. os membros inferiores são pouco acometidos no tremor essencial;
  6. a levodopa, droga usada para tratar a doença de Parkinson, não melhora o tremor essencial.

Além da doença de Parkinson, o tremor essencial pode ser confundido com alguns outros quadros, como as chamadas síndromes cerebelares (que também cursam com temores). Mas existem sinais que fazem com que o médico os diferencie.
Tremor induzido por drogas, como valproato e lítio (muito usado no tratamento psiquiátrico), pode ser definido pelo médico através da anamnese (história do paciente). O hipertireoidismo deve ser lembrado como causa de tremor, mas, nesses casos, há outros sinais e sintomas para essa condição.

Tratamento
Em 90 a 99% dos casos, o tremor é muito leve e não interfere na realização das tarefas. Desta forma, não é necessário tratamento. Mas, nos casos em que o tremor limita a vida do paciente, o tratamento está indicado.
Das opções farmacológicas, as mais efetivas são primidona e propranolol, que reduzem a amplitude do tremor. Sua eficácia pode, contudo, diminuir com o tempo. Outras drogas, como clonazepan, clozapina e gabapentina, têm sido usadas em alguns pacientes, com bons resultados.
Em casos refratários a tratamento medicamentoso, existem opções cirúrgicas. Entre elas, a talamotomia unilateral, a talamotomia bilateral — que, entretanto pode causar seqüelas importantes com disartria (dificuldade na fala) e alterações de memória —, e estimulação talâmica profunda, que pode reduzir o tremor com menos efeitos colaterais que a talamotomia.
Lembre-se: estes tratamentos só podem ser prescritos e conduzidos por médicos. Nunca tome medicamentos por contra própria.
Fonte:MedCenter.Com

 
 

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