| | Usar
testosterona pode causar doenças
Como a expressiva maioria dos
medicamentos, vantagens existem e desvantagens também, no que diz
respeito à Testosterona. O fato é que muitos homens, incluindo atletas,
estão usando derivados da testosterona, entre eles o anabolizante, para
recuperar e/ou fortalecer a musculatura. Esse hormônio, que atua na formação
do pênis e do testículo ainda no período fetal e é responsável por várias
transformações no corpo masculino ao longo da vida, foi obtido pela
primeira vez, de forma sintética, a partir do extrato de testículos.
Depois da injeção, dos adesivos e das cápsulas, a nova maneira de
administrar a substância é em forma de pomada. Criado pela indústria
americana, o produto estará à venda nos Estados Unidos até o final do
ano. No Brasil, não há previsão de quando chegará ao mercado.
A adolescência é o período de maior produção da testosterona. O hormônio
engrossa a voz, aumenta a massa muscular e faz crescer pêlos na região púbica,
nas axilas, no peito e na face. Mas sua ação vai além das transformações
físicas. O estado emocional do jovem também pode sofrer variações. A
agressividade, por exemplo, é maior quando as taxas estão elevadas.
Na fase adulta, entre 20 e 30 anos, os níveis do hormônio influenciam o
desejo sexual e a qualidade da ereção. Depois dos 30, ocorre uma redução
natural de testosterona no organismo. Os primeiros efeitos são visíveis:
diminui o tempo da primeira ereção (que normalmente deve variar de 20 a
30 minutos) e menor envergadura do pênis. Muitos homens procuram um
urologista para repor a falta de testosterona com hormônios sintéticos.
Mas a reação do organismo pode variar de acordo com o paciente.
A maioria dos especialistas prefere receitar testosterona em situações
especiais ou depois de esgotar outras possibilidades de tratamento. As
doses variam conforme a necessidade. “A reposição desse hormônio pode
ter implicações positivas e negativas”, avisa o urologista Jorge
Hallak, responsável pelo Laboratório de Andrologia do Centro de Reprodução
Humana do Hospital das Clínicas de São Paulo (Brasil).
O hormônio só é indicado por Hallak a pacientes que têm hipotrofia dos
testículos. A doença impede que o paciente produza espermatozóides
suficientes para fecundar o óvulo. “Mesmo assim, é preciso realizar um
exame criterioso para saber se o paciente não manifestará reações à
testosterona”, diz.
A testosterona sintética pode ser administrada de quatro maneiras:
Pomada – pode ser aplicada em qualquer região do corpo, com exceção
do couro cabeludo. Os benefícios são as doses estáveis do hormônio,
que equivalem à produção natural do organismo. A principal desvantagem
é que não produz ação prolongada e pode perder efeito com a transpiração
ou no contato com a roupa;
Adesivo – colado no abdômen, nas coxas, nas costas e, com maior
freqüência, na bolsa escrotal (local de maior absorção do hormônio),
o adesivo incomoda e pode causar alergia. A vantagem é a mesma da pomada;
Injeção – a aplicação no músculo é eficaz porque o hormônio
age com mais rapidez em relação aos outros métodos. Nos primeiros dias
após a aplicação, o nível de testosterona pode se manter muito alto e
provocar alterações físicas (aparecimento de pêlos em lugares pouco
comuns e crescimento das mamas) e comportamentais (a exemplo da
agressividade);
Cápsula – o meio mais fácil de adquirir e consumir o hormônio,
já que está à venda nas farmácias sob o nome genérico de
anabolizante. A desvantagem é que o fígado retém a maior parte da
testosterona e o excesso de absorção pode causar câncer.
Fisiculturistas que tomam anabolizantes indiscriminadamente para aumentar
a massa muscular são as maiores vítimas das cápsulas, porque acabam
comprometendo o fígado.
Em qualquer uma das situações, a testosterona, além de produzir danos
no fígado, pode acelerar o crescimento de tumores na próstata. Por esse
motivo, antes de receber doses do hormônio, o homem deve se submeter a
alguns exames, entre eles o de dosagem de PSA – proteína que, em grande
quantidade, acusa a presença de células cancerígenas no órgão – e o
toque retal.
Fonte: Salutia.Com

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| | Mulheres
satisfeitas, homens estressados
Os homens reclamam da
irritabilidade feminina, as mulheres se queixam da falta de sensibilidade
dos homens e ambos acusam uns aos outros de serem "todos
iguais". No fim, uma pergunta parece ficar sem resposta; existe
realmente diferença entre a maneira pela qual homens e mulheres encaram
os fatos da vida? Um recente estudo finlandês tenta esclarecer esse ponto
nebuloso da natureza humana e dá o aval ao estilo de vida feminino.
Depois de analisar os hábitos de mais de 22 mil adultos, os pesquisadores
chegaram a conclusão de que os homens são, em média, menos satisfeitos
e mais propensos a vícios e ao sedentarismo que as mulheres.
"Parece que a habilidade das mulheres em lidar com aflições e
descontentamentos é maior que a dos homens", disse Heli
Koivumaa-Honkanen, chefe das pesquisas. A satisfação está associada,
segundo a cientista, a um sentimento de bem-estar, ao interesse na vida e
aos sentimentos de tristeza e felicidade.
A psicóloga Lúcia Bello pensa que os dados do estudo coincidem com o que
ela tem visto em suas experiências profissionais e pessoais. "Os
homens parecem estar menos preparados para lidar com os sentimentos. Desde
crianças, demonstram ter uma parte afetiva pouco trabalhada, já que não
há nenhum estímulo ao desenvolvimento da inteligência emocional."
"As mulheres costumam ter problemas semelhantes, mas recorrem com
mais freqüência às conversas de amigos e à ajuda profissional",
esclareceu.
Segundo Lúcia, as raízes dos problemas estão no papel desenvolvido pelo
homem na sociedade. "No mundo machista e materialista em que vivemos,
os homens são educados para reprimirem seus sentimentos e resolverem suas
frustrações através do consumo de bens materiais. A felicidade é
associada, erroneamente, ao poder financeiro", explicou.
O estudo finlandês também alerta para o fato de que, por estarem mais
sujeitos os estresses do dia-a-dia, os homens têm duas vezes mais riscos
de morrer por causas diversas e mais de três vezes devido a doenças cardíacas.
"Os que bebem ainda sofrem mais riscos, enquanto que os homens
satisfeitos com suas vidas têm mais chances de sobreviver até a
velhice", disse Heli Koivumaa-Honkanen.
Regina Mestre, cardiologista e nutróloga, disse, no entanto, que as
mulheres acima de 45 anos apresentam tantos problemas com o estresse
quanto os homens. "Depois de passar pela menopausa, as mulheres
tendem a ter problemas de ansiedade e de depressão, devido à mudança
hormonal", diz.
Ambos os sexos, quando estressados continuamente, sofrem de problemas
vasculares que são, muitas vezes, fatais. Segundo Regina, a constante
insatisfação com os percalços da vida leva homens e mulheres ao
estresse, fazendo com que os níveis de cortisol e adrenalina estejam
sempre altos em suas correntes sangüíneas. Dentre os problemas
relacionados ao alto nível dessas substâncias estão os derrames, a
hipertensão, os ataques do coração e a diabetes.
Fonte: CNNBrasil

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| | Funcionamento
da tireóide pode resultar depressão pósparto
Mais um motivo para as
grávidas se preocuparem com a depressão pósparto, um mal que afeta 50
por cento das mulheres - em maior ou menor grau - e pode até levar ao
suicídio. As disfunções na tireóide, uma pequena glândula localizada
na região da garganta que secreta os hormônios responsáveis pelo
controle do metabolismo no corpo, já são apontadas como um dos
principais fatores da doença.
Um estudo concluído pela endocrinologista Maria Fernanda Barca, da
Unidade de Tireóide do Hospital das Clínicas de São Paulo, no Brasil,
mostrou que 13,3 por cento das mulheres com problemas na glândula
apresentaram um ou mais sintomas relacionados à depressão logo após o
nascimento do bebê.
"Também constatamos que as mulheres deprimidas têm sete vezes mais
riscos de manifestar disfunções na tireóide, durante ou após a
gravidez, em comparação com as que não são depressivas", revelou.
A especialista acompanhou a gestação de 368 voluntárias no período de
quatro anos, das quais 49 foram tratadas de disfunções na tireóide. A
maioria das pacientes sofria de hipotireoidismo, uma redução no
funcionamento da glândula.
Os problemas com a tireóide depois do parto aparecem das seguintes
formas: hipotireoidismo: menor funcionamento da tireóide;
hipertireoidismo: maior funcionamento da tireóide; hiper/hipotireoidismo:
em algumas pacientes as duas disfunções podem surgir de uma vez só.
O hiper/hipotireoidismo ocorre quando a tireóide começa secretando mais
hormônios do que o normal e, lentamente, perde a capacidade produtiva.
O corpo da mulher reduz a produção de anticorpos na gravidez. A queda se
dá para que o organismo não identifique o feto como um corpo estranho e
dê início à produção desenfreada de anticorpos, o que poderia
provocar o aborto.
Alguns fatores, que ainda não são conhecidos, promovem a fabricação
excessiva dos anticorpos anti-TPO em algumas mulheres após o parto. Os
anti-TPO atacam exclusivamente a tireóide", explica a médica Maria
Fernanda Barca.
Logo no primeiro trimestre de gestação as mulheres têm como saber se
estão com problemas de tireóide. Um simples exame de sangue e a
ultra-sonografia são suficientes para detectar se algo está errado. Porém,
a maioria dos médicos brasileiros não pede esse tipo de teste.
"Muitos obstetras e pediatras simplesmente ignoram a doença",
diz a especialista. "Tratei de pacientes que tiveram depressão pósparto
em mais de uma gravidez e fizeram anos de terapia até descobrirem que a
origem do transtorno estava na tireóide."
Os sinais mais comuns da depressão depois do nascimento da criança são:
irritabilidade agressividade, desânimo, profunda tristeza e isolamento,
rejeição ao bebê e, em casos extremos, tentativa de suicídio
sintomas físicos também indicam problemas com a tireóide. Entre eles
estão: pele seca, ganho de peso, intolerância ao frio e cabelos quebradiços.
Os tratamentos vão desde a reposição hormonal e o consumo de
antidepressivos até o encaminhamento para o terapeuta.
de 70% das mulheres assistidas pela endocrinologista Maria Fernanda Barca
responderam bem à reposição hormonal e à utilização de ansiolíticos
(tranqüilizantes) e antidepressivos. "Se o quadro for muito grave, não
descarto a terapia como tratamento auxiliar", afirma.
Fonte: CNNBrasil
Veja
em PsiqWeb a Depressão
Pósparto
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| | Crianças
devem dormir nove horas por noite
Especialistas
norte-americanos disseram que as crianças precisam de, pelo meno, nove
horas de sono por noite para garantir uma boa saúde.
"O sono adequado está associado à boa saúde, ao bom desempenho e a
menos acidentes - uma questão cada vez mais crítica quando as crianças
atingem a adolescência e precisam estar atentas aos perigos de dirigir
sonolentas", disse o médico Claude Lenfant, diretor do National
Heart Lung ande Bloode Institute (NHLBI), em Washington.
Uma divisão do National Institutes of Health, a NHLBI está lançando um
programa educacional de cinco anos para promover hábitos de sono saudáveis
nas crianças.
O esforço, co-patrocinado pelo estúdio criador do personagem Garfield, o
Jim Davis' PAWS Inc., vai ser dirigido a parentes, professores e
profissionais da área de saúde.
Os especialistas estimam que problemas relacionados ao sono afetem cerca
de 70 milhões de norte-americanos de todas as idades. As conseqüências
do sono inadequado seriam cansaço, falta de concentração,
irritabilidade, frustração e comportamento impulsivo e emocional.
De acordo com a Americam Academe of Childe ande Adolescent Psechiatre, há
vários sinais de que crianças estão tendo problemas de sono:
1.
Despertar com freqüencia durante a noite
2.
Falar durante o sono
3.
Dificuldade de adormecer
4.
Acordar chorando
5.
Sonolência durante o dia
6.
Ter pesadelos ou urinar na cama
7.
Ranger ou cerrar os dentes
8.
Despertar antecipadamente
Os problemas no sono podem estar relacionados a maus hábitos de sono ou
ansiedade durante o sono, e estes podem incluir pesadelos, sonambulismo,
falar dormindo e terror noturno.
As crianças que são sonâmbulas podem parecer acordadas, mas elas, na
verdade, estão dormindo, e podem se machucar, segundo a academia. O
sonambulismo normalmente começa entre os 6 e os 12 anos de idade e afeta
com mais freqüência os meninos. Entre crianças mais velhas e
adolescentes, os episódios do sonambulismo podem até acontecer várias
vezes por noite, de acordo com a Americam Academe of Pediatrics.
Normalmente os problemas no sono são eventos ocasionais. Mas quando
ocorrem com persistência e interferem nas atividades diárias ou no
comportamento, podem indicar dificuldades emocionais e a necessidade de
uma avaliação profissional.
"As desordens do sono nas crianças freqüentemente não são
reconhecidas, e os sintomas relacionados à privação do sono podem ser
erroneamente atribuídos à hiperatividade ou desordens de comportamento,
a tédio em relação à escola ou a estilo de vida agitado", disse o
médico Carl Hunt, diretor do National Center om Sleep Disorders Research.
O objetivo da campanha é encorajar a pelo menos nove horas de sono por
noite.
"A mensagem é que garantir horas suficientes de repouso por noite
pode ajudar as pessoas a ter melhor desempenho no que quer que façam",
disse Hunt. "Isto corresponde às necessidades de uma criança para
progredir no que é importante para ela, como a escola e a prática de
esportes".
Fonte: CNNBrasil
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| | Medo
compromete a saúde masculina
Ir ao médico nem sempre
é sinal de que um problema se aproxima. Muito pelo contrário. Visitas
periódicas ao médico pode ser uma maneira de preservar a saúde e se
prevenir contra mais que costumam chegar com a velhice. A maioria dos
homens, porém, não encara o assunto desse jeito. Eles se sentem ameaçados
diante da simples sugestão de procurar um especialista ou fazer um
check-up. A teimosia e a ignorância fazem com que o câncer de próstata,
por exemplo, seja um dos principais tumores a afetar o sexo masculino.
Segundo pesquisa do Dr. Marcos Roberto Nascimento, da Universidade Federal
de Minas Gerais (UFMG), o medo que os homens sentem do exame de toque
retal faz com que o diagnóstico do tumor seja feito muito tardiamente,
reduzindo, assim, as chances de cura. Como se sabe, diagnóstico precoce
pode evitar a evolução do câncer e aumentar a eficácia dos
tratamentos.
O que impede os homens com mais de 50 anos de fazerem o exame de toque
retal com regularidade? O preconceito e o medo de ir ao médico. Segundo o
psicólogo Arnaldo Risman, do Instituto de Sexologia do Rio de Janeiro,
uma ida ao urologista mexe com a masculinidade do homem.
Depois de uma certa idade, a ida ao médico costuma ser associada a doença
e morte, diz a psicóloga Lúcia Bello. "Acredito que os homens que
hoje estão na meia-idade cresceram num ambiente em que o médico era
visto como vilão, um mensageiro de notícias ruins", explica ela.
Por isso, eles relutam tanto em procurar um especialista, fazer exames de
rotina e realizar um check-up.
Enquanto se é jovem, acredita-se que é possível superar a morte. Mas,
com a chegada da meia-idade, o envelhecimento mostra a sua face e muitos
se intimidam diante dela. Mas, na verdade, a ida ao médico não deveria
ser associada a doenças. Trata-se apenas de um hábito, que pode e deve
ser cultivado em nome da boa saúde. "Existe um corpo a ser cuidado e
isso não deveria ser encarado como uma ameaça. A medicina também pode
ser preventiva", aconselha a psicóloga.
É justamente esse conceito - o de prevenção - que ainda não foi
assimilado por boa parte das pessoas. Prevenir-se é uma forma de evitar
doenças ou diagnosticá-las precocemente, permitindo uma maior chance de
cura. A mulher parece entender melhor a proposta. "Ela está mais em
contato com suas sensações, com o corpo. Para muitas, cuidar do físico
é uma rotina e o médico é encarado com maior normalidade", afirma
Lúcia Bello.
O fato, porém, é que a fuga do consultório médico, muitas vezes,
mascara uma certa ignorância. Uma pesquisa do Instituto Brasileiro para a
Saúde Sexual (Ibrasexo) revelou que a maioria dos homens não sabe que a
impotência pode ser causada pelo uso de cigarro, álcool e pelo estresse.
Como não sabem o que causa o problema, não se previnem nem buscam ajuda,
se for o caso. A maioria acredita que a impotência não pode ser tratada
ou tem base exclusivamente psicológica. Moral da história: informação
também pode ser uma excelente aliada da saúde.
Fonte: CNNBrasil
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| | Alcoolismo
acaba com a capacidade de concentração
O alcoolismo crônico pode
prejudicar o mecanismo biológico que permite às pessoas refocalizar a
atenção depois de serem distraídas repentinamente pois, as regiões do
cérebro que controlam a atenção e a concentração são particularmente
sensíveis aos efeitos do álcool, disseram pesquisadores finlandeses.
O estudo, publicado na edição de dezembro de Alcoolismo: Pesquisas
Experimental e Clínica, revelam que homens que abusam do álcool não
foram capazes de voltar rapidamente a fazer uma determinada atividade
depois de serem interrompidos por um barulho repentino.
O mesmo teste feito com não-alcoólatras mostrou que estes puderam
reassumir as atividades normalmente.
"Nossa pesquisa mostrou uma possível conseqüência funcional dos
efeitos do álcool no cérebro", afirmou Jerki Ahveninen, da
Universidade de Helsinki, na Finlândia, à Reuters.
Para realizar as investigações, Ahveninem e sua equipe mediram as
respostas do cérebro com a ajuda de eletrodos ligados na cabeça de 20
homens alcoólatras e de outros 20 que bebiam socialmente, e ambos tiveram
de diferenciar dois tipos de tons e ignorar ocasionais mudanças de frequência
nos mesmos tons.
Os alcoólatras foram mais facilmente distraídos e tiveram problemas para
reconhecer o som original.
"Temporariamente, isso sugere que os pacientes que começam a beber
bastante ainda na adolescência são mais suscetíveis a desenvolver
falhas nos circuitos cerebrais relacionados à atenção", frisou
Ahveninen.
"Tais descobertas podem nos levar a ter uma nova concepção sobre as
origens das falhas cognitivas no alcoolismo", conclui.
Fonte: CNNBrasil

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| | Menos
orgasmo, maior risco de câncer de mama em homens
Homens com pouco desejo
sexual podem ter um risco maior de desenvolver câncer de mama, sugere um
estudo grego publicado no British Journal of Cancer.
Pesquisadores descobriram uma proporção inversa nos homens: menos
orgasmos, mais probabilidade de desenvolver a doença. O estudo revelou
também que os níveis baixos de testosterona podem estar ligados ao câncer
de mama.
Os homens solteiros e sem filhos também têm um risco maior da doença,
assim como os primogênitos, de acordo com o estudo.
Os pesquisadores disseram que isso provavelmente ocorre porque as mulheres
produzem mais estrogênio durante a primeira gravidez. Um aumento de risco
semelhante foi encontrado nas filhas primogênitas.
O câncer de mama é muito raro entre os homens, mas a taxa de mortalidade
é alta. Geralmente ocorre em idosos e é diagnosticado quando já está
em um estágio avançado, tornando o tratamento mais difícil.
No estudo realizado na Grécia, os médicos compararam 23 pacientes com câncer
de mama e 76 homens sadios, fazendo perguntas sobre hábitos, vida sexual
e história famíliar. Os homens com menos de seis orgasmos por mês têm
mais probabilidade de desenvolver câncer de mama.
a amostragem do estudo tenha sido relativamente pequena, a equipe de
pesquisa chefiada por Dimitrios Trichpoulos, da Universidade de Harvard,
nos Estados Unidos, disse que as descobertas revelam, pela primeira vez,
que o desejo sexual baixo está ligado ao câncer de mama entre os homens.
"Acredita-se que a freqüência dos orgasmos esteja relacionada com a
testosterona, que dirige o comportamento sexual dos homens," disse
Trichpoulos.
Fonte: CNNBrasil

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| Os
filhos de alcoólicos
Um em cada cinco
americanos adultos viveu com um alcoolista, durante a infância. Os
psiquiatras da infância e adolescência sabem que estas crianças correm
maeor riesgo de ter problemas emocionais que as crianças cujos pais no
som alcoolistas. O alcoolismo é comum nas famílias e os filhos de
alcoolistas têm uma probabilidade quatro vezes maior que outras crianças
de converter-se em alcoolistas. A maioria dos filhos de alcoolistas
experimenta certa forma de abandono ou abuso.
A criança neste tipo de família pode ter uma variedade de problemas:
· Culpabilidade: A criança pode crer que seja a causa de que seu pai ou
mãe abusem da bebida.
· Ansiedade: A criança pode estar constantemente preocupada acerca da
situação da casa. Pode temer que o pai alcoolista adoeça ou se
machuque, brigue ou agrida os outros familiares.
· Vergonha: Os pais podem transmitir à criança o sentimento de que haja
um terrível segredo a guardar. A criança que está envergonhada não se
aproxima de amizades, evita trazer amigos para casa e teme pedir ajuda dos
outros.
· Incapacidade de establecer amizades: Como a criança é decepcionada
muitas vezes pelo pai/mãe que bebe, não se atreve a alimentar novas
amizades.
· Insegurança: O pai alcoolista costuma alternar períodos de
comportamentos diferentes, desde amável a violento, normalmente sem
nenhuna relação com o que se passa a sua volta. Para crianças, de um
modo geral, até por uma questão de se construir um vínculo mais sólido
e confiável, é importante uma rotina regular diaria, coisa que não
existe em sua casa.
· Ira: A criança sente ira e raiva contra o pai/mãe alcoolista porque
bebe e, também contra o pai/mãe que não bebe porque não o potege e não
toma providências para que o outro deixe de beber.
· Depressão: A criança se sente só e incapaz de poder fazer algo para
melhorar a situação.
Ainda que a criança tente manter o alcoolismo doméstico em segredo, seus
professores, parentes, outros adultos ou amigos podem se dar conta de que
algo está mal. Os psiquiatras de crianças e adolescentes indicam que os
siguentes comportamientos podem ser sintomas de um problema de alcoolismo:
· Fracasso escolar e ausências freqüentes.
· Falta de amigos, retraimento dos companheiros de classe.
· Comportamiento delinqüente, como roubar ou conduta violenta.
· Queixas freqüentes de problemas físicos, como dor de cabeça ou estômago.
· Abuso de bebidas alcoólicas ou drogas.
· Agressão contra outras crianças.
· Comportamento de expor-se continuamente a riscos.
· Depressão, pensamientos ou comportamento suicida.
Alguns filhos de alcoolistas tratam de atuar como "pais" responsáveis
pela família entre seus amigos. Tratam de fazer frente ao alcoolismo
convertendo-se em pessoas controladas, que têm muito êxito na escuela,
mas que vivem emocionalmente isolados de outras crianças. Seus problemas
emocionais costumam não ser tão aparentes, até que sejam adultos.
Independente dos pais estarem em tratamiento para o alcoolismo, estas
crianças e adolescentes podem se beneficiar de programas educativos e de
grupos de ajuda mútua. A ajuda profissional precoce é também importante
para prevenir problemas mais sérios para a criança, inclusive prevenir o
próprio alcoolismo.
Los psiquiatras de crianças e adolescentes ajudam estas crianças com
seus problemas pessoais e também os ajudam a entender que não são
responsáveis pelos problemas de seus pais.
O programa de tratamento pode incluir a terapia de grupo com jovens na
mesma situação, o qual reduz o isolamento. O psiquiatra de crianças e
adolescentes deve trabalhar com toda la família, particularmente quando o
pai alcoolista manifeste algum desejo de melhorar o relacionamento entre
os membros da família.
Fonte: Tumedico.com
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