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MAIO - 2001
Arquivo das notícias
Problemas de ereção depois dos 40
O novo Viagra
Depressão pode atrasar o processo de cura das feridas
Envelhecimento e longevidade dependem de um hormônio
Agressividade da Criança está ligada à Ausência da Mãe
Crise na Adolescência: sinais de que a auto-estima vai mal
Dormir pouco pode aumentar risco de úlcera
Até onde a cafeína ajuda e quando começa a atrapalhar
A Atração Sexual do Suor
Mau humor afeta mulheres jovens
| arquivo das notícias | ||
![]() | Problemas de ereção depois dos 40 Os homens com 40 anos de idade ou mais, e que apresentam pequena queda no desempenho sexual não devem achar que ficarão impotentes da noite para o dia. A Disfunção Erétil Leve, caracterizada principalmente pela redução do tempo de ereção e pelo aumento do intervalo entre as relações, é bastante comum a partir dessa idade e está relacionada a uma série de interferências típicas da vida moderna. Nos consultórios dos urologistas cresce a cada dia o número de pacientes que procuram o médico para reclamar que o período de ereção foi reduzido de meia hora para vinte minutos; ou ainda que a segunda ereção – antes normal uma ou duas horas após o fim da primeira relação – agora só ocorre no dia seguinte. “Mais de 50% dos diagnósticos são fáceis de tratar e não necessitam acompanhamento detalhado”, esclarece o médico Eduardo Mazzucchi, da Clínica Urológica do Hospital das Clínicas de São Paulo. “Isso vale para homens de 40 a 60 anos.” Emoção em primeiro lugar 1. estresse Há pacientes com mais de 50 anos que apresentam alterações hormonais em virtude da andropausa (caracterizada pela queda nos níveis de testosterona, o hormônio masculino). “Quando o problema é identificado na fase inicial da andropausa fica mais simples resolvê-lo com a reposição hormonal”, explica Mazzucchi. Veja em PsiqWeb: |
![]() | A depressão pode atrasar o processo de cura das feridas. A equipe de investigadores da Universidade de Gales, dirigidos pelo doutor Alys Cole-King, analisou 53 adultos em tratamento para ferida das pernas. Descobriram haver atraso na cura 4 vezes mais freqüente entre pacientes que com pontuação mais elevadas numa escala de depressão e ansiedade. Entre 16 pacientes, 15 deles foram diagnosticados portadores de ansiedade e mostraram retardo no processo de cura, algo que também ocorreu em 13 pacientes com depressão. |
| O envelhecimento e a longevidade dependem de um mecanismo hormonal que acaba de ser identificado. Cientistas da Universidade de Brown (EUA) têm proporcionado as primeiras evidências de um mecanismo hormonal relacionado com o envelhecimento e a longevidade. Essa descoberta poderá servir para promover uma vida mais longa. O mecanismo, segundo o artículo publicado na última edição de Science, - começa no cérebro, com um gene mutante que elimina a liberação de hormônios promotores do envelhecimento acelerado. Estudando moscas de frutas, os autores do estudo isolaram um gene com uma função cerebral chamado InR (insulin-like receptor ou receptor insulínico). Trata-se de um gene que é análogo em todas as espécies do reino animal. O gene InR das moscas responde a uma forma de insulina. Como resultado, as células cerebrais ordenam à tiróide, ao sistema pituitário, que libere um segundo hormônio, chamado “hormônio juvenil”. Este composto circula pelo organismo, desencadeando uma cadeia de fenômenos que ativam a reprodução e provocam um envelhecimento rápido. Em seus experimentos, os investigadores introduziram nas moscas um gene InR mutante, esperando que a mutação suprimisse a liberação do hormônio juvenil e parando assim o processo de envelhecimento. De fato, o que ocorre é que se desenvolvem crias fêmeas com uma vida que se prolongava em 85%. Também resultaram crias machos, mas eram geralmente frágeis e a maioria morreram com 20 dias de vida. Entretanto, os machos mutantes que sobreviveram depois de 20 dias registraram menores índices de morte posteriormente. Os autores do estudo assinalam que uma importante função do envelhecimento tem lugar no cérebro, e isso desempenha uma poderosa função no resto do organismo. Fonte: Psiquiatria.Com | ![]() |
| Agressividade da Criança está ligada à Ausência da Mãe Quanto mais tempo a criança ficar longe de sua mãe, maior é a possibilidade de se tornar agressiva na hora de ir para o jardim de infância, de acordo com o maior estudo já feito sobre creche e desenvolvimento. "Há um relação constante entre o tempo na creche e problemas de comportamento, especialmente envolvendo os comportamentos de agressividade," disse a principal pesquisadora Jay Belsky, do Birkbeck College em Londres. Belsky, que trabalhava na Penn State University até dois anos atrás, acrescentou que as crianças que passaram mais de 30 horas por semana na creche receberam mais pontos em itens como "briga muito", "crueldade", "comportamento explosivo", assim como "conversa demais", "discute muito" e "exige muita atenção." Esse estudo acompanhou mais de 1.364 crianças em uma diversidade de situações, desde as deixadas sob cuidados de familiares e babás até pré-escolas e grandes creches. As conclusões foram baseadas na avaliação das mães, de quem cuidou deles e das professoras dos jardins-de-infância. O tempo médio que as crianças estudadas passaram sob cuidado alheio foi de 26 horas por semana . Os pesquisadores descobriram que 17 por cento das que ficaram mais de 30 horas por semana eram consideradas agressivas com outras crianças, comparadas com 6% do grupo de crianças com menos de 10 horas por semana. Se ficar mais tempo sob qualquer tipo de cuidado alheio é um indicativo de resultados desconcertantes, disse, e se o objetivo é diminuir a probabilidade dessas conseqüências, então se tem de reduzir o tempo na creche. "Aumentem as licenças dos pais e os empregos de meio-expediente", sugeriu Belsky. Mas Sarah Friedman, do National Institute of Child Health and Human Development que financiou o estudo, disse que a agência federal norte-americana não pretende se envolver com recomendações políticas. "A solução fácil é cortar o número de horas, mas isso pode ter implicações para a família que podem não beneficiar o desenvolvimento da criança em termos econômicos," acrescentou Friedman, que também participou das pesquisas. Fonte: CNNBrasil Veja: Criança Adotada e de Orfanato Depressão Infantil Transtorno de Conduta | ![]() | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Crise na Adolescência: sinais de que a auto-estima vai mal Segundo a psicóloga e psicopedagoga Jussara Limp Alves Lopes, a auto-estima começa a ser construída no útero materno; a base de uma boa auto-estima é a aceitação dentro da própria casa para se sentir aceito e seguro fora, concordam os especialistas. A criança que foi desejada e nasce em um ambiente de paz e segurança tem muito mais chances de se transformar em um adolescente e um adulto seguro do que aquela que foi rejeitada desde o momento em que a mãe soube que estava grávida. Mas, segundo a psicóloga, especialista em adolescentes dependentes químicos, mesmo a criança que vive num ambiente saudável certamente passará por alguma crise de auto-estima. quando chegar à adolescência, época em que a mudança de corpo traz uma sensação de desconforto muito grande. Período difícil, quando a vida infantil fica lá atrás, mas o mundo adulto ainda não aceita aquele rapaz ou aquela moça de ombros envergados, rosto com espinhas, roupas esquisitas, postura incorreta. "O adolescente procura encontrar uma forma para se defender da sensação de desconforto que sente diante de tudo. O quarto passa a ser o lugar mais freqüentado porque ali ele se sente seguro," afirmou a psicóloga. "As roupas geralmente recebem um toque original, desde a bainha rasgada até uma cor diferente, para poderem absorver aquele corpo para ele tão esquisito," ressaltou. "É um processo doloroso, pelo qual todo mundo passa, mas que acaba quando as espinhas vão embora, os seios se avolumam, a voz do menino se torna definitivamente mais grossa." Ouvir mais que falar Aos pais cabe dar apoio, ouvir e, se o adolescente deixar, falar. Sem ansiedade, recomendou o neurologista Charles Andre, professor de Neurologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. "Na prática, os pais devem procurar, em primeiro lugar, mostrar ao adolescente que estão receptivos, sem ficar o tempo todo fazendo perguntas: 'Você está namorando? Anda fumando? Por que rasgou a bainha da calça?" "É preciso ouvir mais do que falar," disse o neurologista. "Ao mesmo tempo, valorizar todas as iniciativas e não fazer dos fracassos do adolescente uma experiência para ele mais angustiante do que já está sendo. Se os pais tomam um caminho apenas crítico eles vão afastar os filhos." O mais importante, na opinião dos dois especialistas, é ser solidário com o adolescente, mostrando a ele que todo mundo passa por essa fase, para que não se sinta sozinho. Sinal vermelho "É quando perdem o controle do comportamento e passam a fazer uso de drogas ou álcool em grande quantidade, ou porque se sentem mais seguros sob este efeito ou porque dessa forma serão mais aceitos no grupo", explicou Charles Andre. O sinal vermelho acende quando o adolescente assume um comportamento de risco, que pode ser sentido pelos pais por meio de algumas reações e comportamentos típicos. Se o adolescente fica muito agressivo em casa, se desaparece da escola, se está constantemente com os olhos injetados ou apresenta reações típicas de quem faz uso de droga, se repetidas vezes se envolve em acidentes de carro. Nesse caso, afirmou a psicóloga Jussara Limp, "é imprescindível oferecer-lhe ajuda profissional, procurando mostrar como será melhor ter um espaço para falar sobre suas angústias. Os pais devem sempre estar atentos a essa fase, até para abrir espaço para que o adolescente possa se sentir mais seguro e aceitar essa ajuda." Fonte: CNNBrasil | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Dormir pouco pode aumentar risco de úlcera Plantão, festa a noite toda, viagens longas ou apenas a falta de sono podem resultar no aumento do risco de se contrair úlceras, disseram médicos britânicos nessa quinta-feira. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Até onde a cafeína ajuda e quando começa a atrapalhar Ela fica no sangue de quatro a oito horas. Combate a depressão, estimula a memória, mas em doses altas pode prejudicar o sono e os ossos.
Fonte: Salutia.Com | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| A Atração Sexual do Suor O amor não começa quando os olhares se encontram, mas sim um pouco mais embaixo, no nariz. "Há circuitos que vão do olfato até o cérebro e levam uma mensagem muito clara: sexo", explica María Rosa García Medina, especialista em sentidos químicos do Laboratório de Pesquisas Sensoriais do Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Técnicas (Conicet), da Argentina. Durante o último encontro anual da Sociedade Britânica de Psicologia, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Northumbria, em Newcastle-upon-Tyne, anunciou o resultado de um estudo sobre a influência de determinadas substâncias do suor, os ferormônios, na capacidade de atração sexual. O estudo baseou-se na projeção de fotografias de homens para diferentes grupos de mulheres, que avaliavam cada um segundo seu sex-appeal. A classificação "atraente" era mais freqüente quando os cientistas borrifavam o ambiente com ferormônios. Segundo Nick Neave, chefe da pesquisa, os mais beneficiados pelo efeito afrodisíaco do suor foram os homens de aparência mais comum. Amor ao "primeiro cheiro" "No consultório atendo pacientes com problemas de olfato, todos com dificuldades no plano sexual. Uma paciente me disse que desde que perdera o olfato não tinha vontade de tre relações sexuais com o marido", conta García Medina. Alternativa para problemas sexuais? "Alguns derivados dos ferormônios já são usados para casos de frigidez feminina e ajudam na primeira etapa da sexualidade, que é o desejo", afirma García Medina. "Isso pode ter um grande potencial em outros tipos de disfunções sexuais, mas ao mesmo tempo, reacende questões éticas: É lícito interferir dessa forma no comportamento de uma pessoa?" O médico e sexólogo argentino Adrián Sapetti, autor do livro Os Homens que Sabem Amar, prefere ser cauteloso. "Primeiro devem ser vistos estudos científicos controlados para depois se emitir um parecer. O efeito dos ferormônios sobre a função sexual é tão pouco provado quanto o do pó de chifre de rinoceronte ou das ostras". Fonte: Salutia.Com | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Mau humor afeta mulheres jovens Ter o humor depressivo na maior parte do dia é o sintoma central da distimia, doença psiquiátrica que afeta principalmente mulheres jovens, na faixa dos 20 a 30 anos, em gera imaturas e com forte dependência emocional. Mas para ser considerada distímica não basta ter mau humor, que pode até ser um traço da personalidade. "É preciso que seja um incômodo que apareça todos os dias, dure pelo menos dois anos e atrapalhe o desempenho social e profissional da pessoa", diz o psiquiatra Miguel Roberto Jorge, chefe da disciplina de Psiquiatria Clínica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria. Como a pessoa se sente · Falta de concentração. "É aquela pessoa que ao estar lendo um livro precisa voltar sempre para o começo da página para relembrar o que leu; não acompanha um programa de TV com atenção; não consegue fazer suas tarefas no trabalho", diz Miguel Jorge. · Perda do interesse pela vida. "Ela não tem vontade de sair de casa ou não sente mais prazer em coisas que antes a agradavam", afirma o especialista. Outros sintomas importantes · Alterações no peso. A pessoa pode ganhar ou perder alguns quilos sem razão aparente. · Perturbações no sono. Tanto a insônia como a sonolência excessiva costumam aparecer durante a fase crítica. · Fadiga. Mesmo depois de ter descansado, a pessoa continua sem energia. · Ansiedade. Tem urgência de realizar várias tarefas ou quer fazê-las todas ao mesmo tempo. Por que começa? São os chamados fatores circunstanciais, sempre ligados à perda, seja de emprego, dinheiro ou pessoa querida, que desencadeiam a crise. Alguns aspectos psicológicos, que acabam por vulnerabilizar a mulher, também contribuem para o aparecimento da doença. "As muito frágeis, dependentes e imaturas estão mais sujeitas à distimia. As chances diminuem quando ela tem um perfil próximo ao do homem, culturalmente mais determinado e assertivo", analisa. Tratamento combinado Mas a medicina já notou que os antidepressivos não são tão eficazes na distimia, justamente porque essa doença sofre influências de fatores de natureza psicológica e circunstancial. "São elementos que precisam ser trabalhados para além do alcance do remédio", afirma o psiquiatra. Mesmo assim, ele acredita que o antidepressivo poupa sofrimento. A terapia cognitiva, que lida basicamente com os pensamentos e as projeções das vivências que a pessoa tem, é a mais indicada em casos de distimia porque age mais rapidamente. "Como o próprio quadro depressivo projeta baixa auto-estima e desesperança, os pensamentos pessimistas assaltam a pessoa automaticamente. E a terapia cognitiva faz com que ela seja capaz de desenvolver mecanismos para neutralizar esses pensamentos ou, pelo menos, para dificultar que apareçam no fluxo mental. É quase um treinamento", avisa Miguel Jorge. Fonte: Salutia.Com SITES COM NOTÍCIAS MÉDICAS
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