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![]() | Descoberta
nova droga contra gordura localizada Uma substância inicialmente indicada para prevenir e tratar a formação de coágulos no sangue e a embolia pulmonar está fazendo o maior sucesso nas clínicas de medicina estética e dermatologia: o Lipostabil. Médicos descobriram que este produto, na forma injetável, é eficaz para eliminar as pequenas quantidades de gordura localizada, especialmente no abdômem, nos culotes, nos joelhos, no pescoço (o queixo duplo) e nas pálpebras inferiores. Mas especialistas alertam que o medicamento não corrige a flacidez e não serve para tratamento da obesidade. A dermatologista Rosana Ferreira Gonçalves, especialista em medicina estética, explica que o produto injetado destrói as células gordurosas, quebrando as suas estruturas. O que sobrou é totalmente absorvido, sendo eliminado posteriormente pelo organismo. “O Lipostabil (ou fosfatidilcolina, o nome genérico) tem um bom efeito quando o objetivo é acabar com uma pequena quantidade de gordura localizada. Os melhores resultados ocorrem na região embaixo do umbigo, nos culotes e na papada, em homens e mulheres. É aquela gordura localizada que não desaparece com a ginástica, mesmo a mais intensa, e as dietas” explica a médica.É o caso da pedagoga Branda Mendes. Ela conta que tinha excesso de gordura na cintura e outras partes do corpo. Passou por uma lipoaspiração, eliminou a maior parte, mas não gostou do resultado final da cirurgia. E decidiu pelo tratamento com o Lipostabil injetável. Sessões “Fiz um total de seis sessões, inclusive nas costas e no quadril. Agora meu abdômem está liso. É como uma lipoaspiração sem pontos, sem internação. A aplicação é quase indolor e senti apenas leve desconforto no local, que desapareceu em dois dias. Nas áreas de gordura mais resistente tive que fazer mais de uma aplicação. Nas partes mais sensíveis do corpo, a injeção pode incomodar. Mas isso não atrapalha o dia-a-dia em casa ou no trabalho” conta Branda, que pretende repetir o tratamento e recomendou o produto a dez amigas.Segundo médicos, a aplicação é simples e não requer internação. Depois da assepsia do local, é usada uma pomada anestésica antes da injeção. Cada sessão dura cerca de 20 minutos e pode ser desconfortável em certos casos. Há pacientes que se queixam de coceira, inchaço, queimação e hematomas no local. Mas esses sintomas tendem a sumir em três dias.“É importante passar por uma avaliação clínica antes do tratamento. Não há contra-indicação específica, mas não se faz em gestantes e crianças. As aplicações são realizadas em intervalos de 15 dias. Por exemplo, no tratamento da gordura abdominal são necessárias, normalmente, seis sessões. No período entre as injeções o paciente usa uma cinta” diz Rosana. Na papada, os efeitos são bons, segundo a dermatologista. Mas a flacidez permanece. A duração do resultado do Lipostabil dependerá do estilo de vida de cada paciente. A dermatologista Tatiane Kitamura, especialista da Sociedade Brasileira de Dermatologia e médica da Fisiobelle, indica o Lipostabil em casos específicos. Os resultados, segundo ela, podem ser frustrantes se o medicamento for aplicado por pessoas não treinadas. Apesar das restrições, a médica diz que nenhum dos seus pacientes apresentou reações adversas ao produto. Fonte: (Gazeta de Alagoas ) Medicina Global ![]() |
| Tomografia
revela risco de Alzheimer Uma análise detalhada de uma tomografia computadorizada do cérebro pode ajudara a prevenir o mal de Alzheimer e outros problemas ligados à perda da memória. A conclusão é de um grupo de cientistas norte-americanos, que publica um estudo na revista "Proceedings of the National Academy of Sciences" (Pnas). Segundo o médico Mony de Leom, da Universidade de Nova York, sua pesquisa identificou modificações do metabolismo de glicídios em algumas partes do cérebro de pessoas que, vários anos mais tarde, problemas da memória. Para o estudo, o cientista e sua equipe realizaram uma tomografia do tipo PET (emissão de pósitrom, antipartícula de elétron) sobre 48 pessoas entre 60 e 80 anos. No começo do estudo, estas pessoas eram consideradas sadias segundo os exames costumeiros. Foi possível detetar uma redução de metabolismo de glicídio em algumas zonas do cérebro, em 12 participantes. Três anos depois, 11 deles haviam desenvolvido problemas de memória e o outro sofria de Alzheimer. | ![]() |
![]() | Animais
podem ser benéficos à saúde Ter um animal de estimação, como cachorro, gato e até cavalo pode beneficiar a saúde e ajudar no tratamento de doenças físicas ou mentais. Essa é uma das conclusões de especialistas na 9ª Conferência Internacional sobre Interações Homem-Animal, no Rio. A utilização de animais em terapias é defendida pelo americano Denis Turner, professor da faculdade de veterinária da Universidade de Zurique, na Suíça, que há pelo menos dez anos tenta convencer autoridades a investir em programas de tratamento e pesquisas sobre o assunto. Segundo Turner, fundador da Associação Internacional das Organizações de Interação Homem-Animal, animais podem atuar como terapeutas para crianças, jovens infratores, idosos, deficientes físicos e mentais e até casais em crise. "A presença de um bicho de estimação em casa previne doenças psicológicas e até problemas cardíacos, uma vez que os passeios com o animal obrigam o dono a praticar exercícios", diz. Os animais são recomendados para crianças, porque contribuem para o aumento da auto-estima, melhoram a integração, aumentam a capacidade de aprender e diminuem a agressividade. Para a psicoterapeuta suíça Ursula Thommem, do Hospital Universitário de Basle, a hipoterapia pode ser mais eficiente do que uma fisioterapia comum. "O movimento do cavalo melhora a movimentação do quadril e fortalece a musculatura lombar." A psicoterapeuta Nadine Fossier-Varney decidiu usar seu cachorro de estimação para tratar portadores do mal de Alzheimer. Ela disse que pacientes recuperaram a auto-estima e começaram a corresponder ao tratamento. Fonte: (Folha de S. Paulo) Medicina Global |
| Os
efeitos psiquiátricos da maconha BRITISH JOURNAL OF PSYCHIATRY. 2001;178 A maconha forma parte da cultura cotidiana, hoje em dia, e é assim em praticamente qualquer lugar do mundo ocidental. Apesar de seu extenso padrão de consumo, as evidências de sua inocuidade são escassas e, para qualquer clínico, está claro que nos pacientes com trastornos psiquiátricos seu uso é bastante nocivo. A maconha é um precursor de patologia psíquica e como tal, é um grande fator de risco. Seu papel patogênico é potente para o desencadeamento e/ou exacerbação das patologias psicóticas e da personalidade, entre outras. Entre seus efeitos psiquiátricos se destacam: Respostas psicológicas que vão desde ansiedade até as psicoses e que podem ser atribuídas a efeitos tóxicos. Efeitos sobre enfermedades psiquiátricas preexistentes onde o canabis contribui como um fator de risco. Dependência e abstinência. Só uma de cada dez pessoas que tenham entrado em contacto com a substância desenvolve dependência. No caso dos pacientes mentais, a nocividade resulta contundente e uma evidência para os serviços psiquiátricos que pretendem o enfrentamento do problema de forma prioritária. Fonte: Psiquiatria.Com | ![]() |
| Depressão
atinge norte-americanos após atentados terroristas Psiquiatras e psicólogos concordam que a maioria dos norte-americanos experimenta algum nível de tensão emocional após os ataques terroristas que atingiram Nova York e Washington na semana passada e que entristeceram toda a nação. E uma pesquisa, divulgada nesta quinta-feira, comprovou que sete de cada 10 norte-americanos afirmam que se sentem deprimidos. "Essa não é uma situação que estávamos preparados para enfrentar", explicou Marlene Shiple, uma conselheira em Phoenix. "É algo que ninguém jamais imaginou". Sentimentos de medo e depressão são também experimentados longe de Nova York e de Washington e não atingem apenas aqueles diretamente envolvidos à tragédia. "É um luto nacional", disse o dr. Ken Duckworth, psiquiatra e diretor médico do Departamento de Saúde Mental de Massachusetts. "É a perde de pessoas, mas também a perda de nosso senso coletivo de invulnerabilidade, o que é realmente difícil de lidar". Em uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira, sete de cada 10 norte-americanos afirmam que se sentem deprimidos após os ataques terroristas, com um terço dizendo sofrer de transtornos para dormir e a metade apresentando dificuldades para se concentrar em suas atividades cotidianas. Setenta e um por cento dos que admitem estar deprimidos figuram, em primeiro lugar, os que vivem nas costas leste e oeste dos Estados Unidos. Entre os pesquisados, 80 por cento das mulheres se sentem deprimidas contra 62 por cento dos homens, segundo o relatório apresentado pelo Centro de Pesquisas Pew de Washington. Insônia e problemas de concentração O efeito deprimente destes ataques -- cujo balanço já é estimado em mais de 6.000 mortos -- é mais marcante nas pessoas com filhos, 76 por cento, do que nas que não os têm, 69 por cento. Quarenta por cento das mulheres entrevistadas sofrem de insônia relacionada aos ataques contra 26 por cento dos homens. Mas, entre os moradores das duas costas, cerca de seis de cada 10 sofrem de problemas de concentração, um efeito dos atentados que só atinge 47 por cento das pessoas que vivem nas regiões centrais dos Estados Unidos. Rezar tem sido a resposta de 69 por cento dos norte-americanos consultados e mais da quarta parte considerou evitar viajar em avião depois que os terroristas transformaram três aeronaves em mísseis. O estudo, realizado entre 13 e 17 de setembro com 1.200 norte-americanos, demonstra que os episódios tiveram um impacto psicológico muito mais forte do que a última grande crise --a guerra do Golfo -- durante a qual 50 por cento dos norte-americanos se sentiram deprimidos. Apesar de afetados, 82 por cento dos pesquisados disseram concordar com uma ação militar contra os países que apóiam os terroristas. Setenta e sete por cento aprovam a mobilização de tropas terrestres, inclusive se os atos deixarem milhares de mortos. A favor da cobertura da mídia Sessenta e três por cento das pessoas consultadas admitiram que não conseguiam tirar os olhos da televisão e mais de um terço expressou claramente o sentimento de temor que as imagens despertaram. A televisão dominou amplamente toda a mídia como fonte de informação, com 90 por cento dos norte-americanos recorrendo às amplas coberturas das emissoras, inclusive entre os usuários da Internet, dos quais 88 por cento escolheram a televisão em detrimento da Web. Contudo, a Internet se recuperou nos dias seguintes ao ataque. Um terço dos norte-americanos e 50 por cento de seus usuários habituais se serviram da rede para acompanhar o desenvolvimento da crise e as ações empreendidas pelos Estados Unidos. Fonte:CNNBrasil | ![]() | |
| Abuso
sexual na infância deixa mulheres mais vulneráveis ao stress Estudo americano mostra
que o nível de um hormônio relacionado a esse distúrbio é seis vezes
maior entre as vítimas do que na população em geral. | ||
| Cientistas
tentam desvendar o segredo da longevidade Uma nova descoberta pode dar esperanças de uma vida mais longa e saudável. Pesquisadores norte-americanos identificaram uma região de um cromossomo em que julgam estar os genes responsáveis pela longevidade, de acordo com um estudo divulgado na publicação Proceedings of the National Academy of Sciences. A área, no cromossomo humano 4, contém entre 100 e 500 genes. Os cientistas afirmaram ter 95 por cento de certeza de que essa é a região certa para procurar genes específicos, responsáveis pela longevidade excepcional. Até o momento, os pesquisadores apenas sabem indicar com precisão a região do cromossomo. O próximo passo é identificar o gene ou genes exatos, responsáveis pela longevidade. Os cientistas também esperam compreender por que esses genes em particular ajudam as pessoas a viver mais. "Essas descobertas poderiam levar ao desenvolvimento de medicamentos que imitassem o que as pessoas centenárias possuem geneticamente a fim de evitar as conseqüências negativas do envelhecimento", declararam em uma nota à imprensa os autores do estudo, o doutor Thomas Perls, um geriatra do Beth Israel Deaconess Medical Center, em Boston, e Louis Kunkel, diretor de genética do Hospital Infantil de Boston. "Nós não estamos tentando descobrir a fonte da juventude, mas sim o do bom envelhecimento", acrescentou Perls. A maioria dos cientistas da área acredita que cerca de mil genes influenciam no envelhecimento dos seres humanos. Esse estudo desafia essa crença, afirmando que apenas uns poucos genes estariam envolvidos nesse fenômeno. Os pesquisadores realizaram o que é conhecido como um estudo de vinculação de pares de irmãos e irmãs que têm a mesma mãe e o mesmo pai, analisando 137 conjuntos com idades muito avançadas. Os autores procuraram regiões dos cromossomos que fossem idênticas entre uma grande proporção de conjuntos. Para participar do estudo, o voluntário tinha que ter 98 anos ou mais e pelo menos um irmão de 91 anos ou mais ou uma irmã de 95 anos ou mais. Os resultados apontaram para uma região em particular, ao longo do cromossomo 4, como a seção do genoma humano onde há provavelmente o material genético que predispõe para uma vida extraordinariamente longa. "Esse é o primeiro estudo a usar humanos para tentar identificar os genes que influenciam no tempo de vida", disse Perls. Os pesquisadores pertencem ao Hospital Infantil e Harvard Medical School, ao Beth Israel Deaconess Medical Center, ao Howard Hughes Medical Institute, ao Whitehead Institute for Biomedical Research e à Rutgers University. O trabalho foi financiado por várias organizações, entre elas: o Howard Hughes Medical Institute, a Ellison Medical Foundation, a Alzheimer's Association, a American Federation for Aging Research, a Alliance for Aging Research, o Institute for the Study of Aging, o National Institute on Aging, e a Retirement Research Foundation. Fonte:CNNBrasil | ||
| Crises
conjugais que a endometriose desencadeia Mulheres que não engravidam ou que sentem dores abdominais passam a evitar relações sexuais. A psicoterapia é uma aliada no combate ao problema. Álvaro Oliveira, editor especial A endometriose, doença que pode causar a infertilidade, está levando casais a recorrerem ao auxílio de psicoterapeutas. A possibilidade de que a mulher não consiga engravidar naturalmente motiva sérias crises conjugais, podendo até a liquidar o casamento. Quando surgem as primeiras evidências de que o problema está afetando o relacionamento, a melhor saída pode ser o divã. “Aos poucos, ginecologistas e obstetras estão se convencendo da importância da terapia como uma das fases do tratamento da endometriose”, diz Ricardo Baccarelli Carvalho, psiquiatra de casais e membro do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo (Brasil). Medo é o primeiro alerta A crise conjugal pode começar no momento em que o marido é rejeitado sexualmente. “O homem costuma colaborar nos primeiros dias depois do diagnóstico. Mas quando a mulher evita o sexo por um longo período, passa a procurar relações extraconjugais”, diz Carvalho. A partir do instante em que a doença passar a interferir no comportamento sexual, o casal deve procurar a psicoterapia. As sessões (em geral, são necessárias de cinco a dez) servem para que o casal entenda o que é a doença, quais são as etapas do tratamento médico e, acima de tudo, aprenda a enfrentar a endometriose junto. O que é endometriose O sangue passa por alguns órgãos deixando um rastro de minúsculos pedaços de células do endométrio. Em situações normais, o organismo se encarrega de eliminar os fragmentos. Mas 6% a 7% das mulheres não conseguem se livrar totalmente dessas células, que se fixam nas paredes dos órgãos. Com o tempo, a cicatrização dos pequenos focos pode até colar uma parede na outra. As regiões do corpo mais atingidas pela endometriose são fundo do saco de Douglas (atrás do útero), trompas, ovários, intestino, bexiga, parede da pélvis e septo reto-vaginal (tecido entre a vagina e o reto). Há casos raros em que a doença se manifesta em cicatrizes cirúrgicas e até nos pulmões. Sintomas vão de dores no abdômen a sangramento pré-menstrual reprodutiva – caracterizada pela infertilidade e por elevadas taxas de aborto espontâneo; ovulatória – identificada por dores no meio do ciclo, sangramento pré-menstrual e aumento do fluxo e/ou número de dias de menstruação; menstrual – caracterizada por cólicas menstruais progressivas, dor no momento do ato sexual e, em alguns casos, alterações urinárias e intestinais durante a menstruação. Infertilidade é o maior drama para as mulheres Videolaparoscopia e doses hormonais Os focos da doença são destruídos por coagulação a laser, vaporização de alta freqüência ou bisturi elétrico. “São cirurgias eficazes mas que só devem ser realizadas depois de um exame detalhado e a certeza de que a paciente não responde a outros tratamentos”, afirma Diegoli. “A idade da mulher e a intenção de o casal ter ou não filhos são fatores que também devem ser levados em consideração.” A videolaparoscopia é feita com anestesia geral e, na maioria dos casos, requer internação de 24 horas. O pós-operatório dura de três a cinco dias. A paciente deve ficar em repouso e tomar analgésicos para controlar as dores. Antes da cirurgia, quem pretende engravidar é submetida à terapia hormonal. Esses medicamentos estimulam, ou substituem, a produção de progesterona (hormônio que prepara o útero para a implantação e fertilização do óvulo). A pílula anticoncepcional também possui efeitos benéficos no combate à endometriose – regula o fluxo menstrual e, dependendo do estágio da doença, impede a formação dos focos de endométrio. Estresse está entre as maiores causas Mas o estresse não é o único vilão. Alguns especialistas atribuem a doença a fatores genéticos. Outros acreditam que o crescimento exagerado do endotélio vascular (tecido muito fino que reveste internamente a estrutura do aparelho circulatório, inclusive o coração), seja um dos estimuladores da endometriose. Fonte:Salutia
Aumento
de casos de Aids em pessoas da terceira idade é preocupação no Brasil | ||