JANEIRO - 2002
Arquivo das notícias

Ocidentalização dos olhos: aumento deste tipo de plástica entre as orientais 
Coma menos e viva até os 100 anos  
Creme anestésico pode tratar ejaculação precoce
Superstição causa estresse e pode matar, diz estudo
Fadiga crônica afeta milhares e ainda é desconhecida
Perda óssea passa despercebida em mulheres na menopausa 
60 milhões de mulheres são vítimas de violência familiar
O severo impacto da andropausa 
A queda da testosterona
Como evitar fraturas depois dos 60 anos

 
 
 arquivo das notícias 
 Ocidentalização dos olhos: aumento do numero deste tipo de plástica entre as mulheres orientais

O numero de blefaroplastias, ou seja, uma cirurgia cosmética na qual tecido e removido da pálpebra e uma rugosidade e colocada no seu lugar, permitindo um olhar mais largo, com menos aparência de cansaço ou mais ocidental tem aumentado bastante, especialmente entre os asiáticos. Mais de 50% dos orientais não tem uma prega visível na pálpebra superior porque o músculo elevador da pálpebra está inserido de uma forma diferente na pele da população oriental, quando comparados aos caucasianos. Como resultado, o olhar do asiático parece mais suave e sólido. Na Coréia, 40% da população feminina realiza a cirurgia, a tal ponto que as mães já desejam a mudança do formato dos olhos das filhas na maternidade, como colocar brincos. Mas muitos médicos não realizam a cirurgia antes dos 16 anos de idade. O maior problema desta cirurgia e a retirada de tecido em excesso, fazendo com que os olhos permaneçam abertos. Para evitar este desastre, os cirurgiões tendem a ser moderados e as vezes, a paciente fica descontente com o resultado.
Fonte: DrMundi
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 Coma menos e viva até os 100 anos

Roy Walford, da Universidade da California em Los Angeles, tem o desejo de viver mais de 100 anos e segue um método muito sério, que é o de cortar a comida pela metade e sempre, sempre sair da mesa com fome. Ele é o autor de "A dieta dos 120 anos" e defende a idéia de que dietas saudáveis e reduzidas podem estender a vida cerca de 40 anos além da média populacional. Suas observações vêm do mundo animal; em 1935, na Universidade de Cornell, ratos com dietas restritivas viviam mais. Além disso, a dieta restritiva comprova que há uma menor incidência de doenças como câncer e arteriosclerose, além de distúrbios imunológicos. O resultado é tão levado a sério que o National Institute of Aging gasta milhões de dólares por ano ara saber os efeitos da restrição alimentar. Talvez a diminuição da dieta diminua a formação de radicais livres, de formação de insulina e impeça a deterioração do sistema imune.
Fonte:DrMundi

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Creme anestésico pode tratar ejaculação precoce

Cientistas holandeses encontraram que um creme que anestesia a pele pode fazer com que a ejaculação demore até quatro vezes para chegar. O creme é uma mistura de prilocaína e lidocaína, e a matéria foi publicada na Journal of Sex Research. As mulheres também aprovaram o tratamento pois ficaram duas vezes mais propensas a atingir o orgasmo. Um efeito colateral descrito pelos homens foi algum grau de adormecimento do pênis. Deve-se usar um preservativo antes da relação sexual para que o creme atinja totalmente a área desejada; são necessários dez minutos para que se atinja o efeito. Desconhece-se a eficácia do tratamento a longo prazo.
Fonte:DrMundi

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Superstição causa estresse e pode matar, diz estudo

 

As superstições causam estresse e podem levar à morte, segundo um estudo realizado com cidadãos chineses e japoneses, que temem o número 4 tanto quanto os europeus evitam o 13.

Milhões de asiáticos temem o 4, porque em mandarim, chinês e japonês a pronúncia das palavras "morte" e "quatro" é quase a mesma, explicaram pesquisadores norte-americanos na publicação British Medical Journal (BMJ), que sai neste sábado.

Por causa dessa superstição, as pessoas evitam viagens no quarto dia do mês, as placas de carro que tenham o número quatro ou mesmo morar no quarto andar.

O estudo, do professor David Phillips, sociólogo da Universidade da Califórnia, em San Diego, mostra que os asiáticos acreditam ter motivos para sentir medo, já que há mais mortes por problemas cardíacos neste dia fatídico.

As razões para essas mortes, entretanto, podem ser o excesso de estresse provocado pela superstição em corações naturalmente frágeis, alertam os sociólogos.

Para isso, os pesquisadores analisaram as estatísticas de mortes nos Estados Unidos entre janeiro de 1973 e dezembro de 1998.

A mortalidade de cidadãos de origem chinesa ou japonesa por motivos cardíacos nos dias 4 de cada mês foi sete por cento acima em comparação aos outros dias.

Entre os norte-americanos, contudo, não acontece o mesmo efeito nos dias 13.

Esse estresse mortal, chamado de "Efeito Baskerville", está descrito em um livro do britânico Arthur Conan Doyle, criador de Sherlock Holmes.

Em "O Cão dos Baskerville", Conan Doyle relata como um estresse psicológico extremo - no caso, o terror causado pela lenda dos apavorante cão dos Baskerville - provoca uma crise cardíaca num homem de coração fraco.

"O Efeito Baskerville existe na vida real e na ficção, e isso sugere que Conan Doyle não era apenas um grande escritor, mas um médico com uma intuição impressionante", avaliam os pesquisadores.


Fonte:CNNBrasil

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Fadiga crônica afeta milhares e ainda é desconhecida por boa parte dos médicos

Imagine dormir apenas três horas por noite durante oito anos e ter dores lancinantes pelo corpo todo. E, ao mesmo tempo, perceber que sua memória está falhando.

Esta é a vida de alguém que sofre da síndrome da fadiga crônica (SFC), explica o dr. Jacob Teitelbaum, um especialista na doença.

"Esta é uma doença grave que pode destruir a vida das pessoas", afirma Teitelbaum, que dirige em Maryland, nos EUA, o Centro de Pesquisa de Annapolis para Fribromialgia Efetiva e Terapia de SFC.

O especialista tornou-se interessado na doença após passar a sofrê-la enquanto estudava medicina, em 1975.

"Na época, não havia sequer um nome para isso", lembra-se Teitelbaum, que diz ter lutado por dois anos contra a doença até ser curado.

Caracterizada pro uma fadiga debilitante que não melhora com um descanso, a síndrome da fadiga crônica normalmente é acompanhada por uma série de outros sintomas, como dores musculares, fraqueza, perda de memória, dores nas articulações e insônia, segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos.

A doença afeta entre 500 mil e 800 mil norte-americanos, pelos cálculos das autoridades da saúde, embora alguns dos que trabalham em seu combate afirmem que o número é muito maior. Mas seja qual for a incidência, a condição é mal compreendida e dificilmente diagnosticada.

Diferente de outras doenças, o mal não pode ser determinado definitivamente, por exemplo, com um teste sangüíneo, explica Teitelbaum. Além do mais, muitos sintomas se assemelham aos de outras doenças e os médicos, antes de a diagnosticarem, precisam descartar todas as outras hipóteses.

Mas Teitelbaum diz que muitos médicos não reconhecem a doença. Ele compara o tratamento aos primeiros dias de esclerose múltipla e poliomielite, doenças às quais não foi imediatamente atribuída sua devida importância, mas tratadas como efeitos de problemas psicológicos.

Cerca de 90 por cento dos pacientes que têm SFC não foram diagnosticados nem tratados, segundo a Associação da Fadiga Crônica e da Síndrome da Disfunção da Imunidade (CFIDS, pela sigla em inglês), um grupo que representa os portadores do mal.

Recentemente, o grupo pesquisou 8.100 profissionais de saúde nos Estados Unidos e descobriu que 77 por cento deles acham que as informações recebidas sobre a condição são inadequadas.

"Infelizmente, para a maioria dos pacientes, o tratamento padrão é ouvir que 'não há nada de errado com você'", diz o especialista.

Outros grupos concordam.

"Há pacientes seriamente doentes por aí que acabam sendo vistos como hipocondríacos ou pessoas que fazem corpo-mole para não trabalhar", diz Jill McLaughlin, diretor-executivo da CFDIS.
Fonte:CNNBrasil

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Perda óssea passa despercebida em quase metade das mulheres na menopausa

Quase 20 milhões de mulheres nos Estados Unidos, ou perto da metade daquelas que passaram pela menopausa, têm perda óssea e não sabem disso, de acordo com os resultados de um dos maiores estudos já realizados no país sobre a osteoporose.

A pesquisa foi financiada pela companhia farmacêutica Merck & Co., que produz um remédio para a doença.

Usando uma técnica de visualização relativamente barata, os autores do estudo levantaram dados sobre 200.160 mulheres saudáveis, com idades acima dos 50 anos, descobrindo que sete por cento delas sofriam de osteoporose e outras 40 por cento apresentavam uma baixa densidade óssea, sem o saber.

Em seguida, o conjunto de mulheres pesquisadas foi acompanhado por especialistas ao longo de um ano para ver quantas delas sofreram fraturas ósseas. O índice nas mulheres com baixa densidade óssea foi quase o dobro do total registrado entre as mulheres com ossos normais, e quatro vezes maior nas mulheres com osteoporose.

A doutora Ethel Siris, da Columbia University, disse que o estudo mostra não apenas que a perda óssea passa "grosseiramente sem diagnóstico" em mulheres que entraram na menopausa, mas também que a densidade pode ser usada para prever o risco de fraturas.

Fonte:CNNBrasil

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60 milhões de mulheres são vítimas de violência familiar

Um estudo do Centro de Investigação Innocenti do Unicef sobre violência familiar contra mulheres e meninas, divulgado ontem, 1 de junho, pelo Unicef, o órgão das Nações Unidas para a infância, revela que cerca de 60 milhões de mulheres são vítimas de violência dentro de suas próprias famílias. Simplesmente por sua condição sexual chegam a ser assassinadas deliberadamente ou por negligência.

Segundo a pesquisa apresentada em Madri (Espanha) pela secretária geral do Comitê Espanhol do Unicef, Maria Antonia Pérez Villanueva, e pela secretária geral de Assuntos Sociais, Concepción Dancausa, entre 20 e 50% das mulheres e meninas do mundo sofreram algum tipo de violência praticada por pessoas da família ou do seu círculo próximo de relações familiares. Villanueva ressaltou o impacto que essas práticas têm sobre a saúde física e emocional das vítimas, sobre sua auto-estima, sobre sua possibilidade de ter um desenvolvimento normal, além das graves consequências sobre sua segurança financeira. “Nos casos extremos a violência familiar leva mulheres ao desespero e ao suicídio”, afirma Villanueva.

Pior do que o terrorismo

A presidente da Comissão de Investigação de Maus Tratos, Consuelo Abril, revelou que 30% das mulheres do mundo admite ter sofrido maus tratos familiares, índice que sobe para 60% em situações de separação e divórcio. “A violência doméstica faz mais vítimas do que o terrorismo.”

Os números são todos impressionantes. Nos países industrializados, entre 20 e 30% das mulheres dizem ter sofrido abusos sexuais ou agressões físicas por parte de seus companheiros. Mas em países como Quênia, Uganda, Nicarágua e Coréia, metade da população feminina está nesse caso. Na Índia, dois de cada cinco homens admite que maltrata fisicamente suas mulheres.
Fonte:Salutia

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O severo impacto da andropausa

Alguns homens não apresentam o mais leve sintoma. Outros parecem estar especialmente predispostos à insegurança e à ansiedade, sobretudo quando passam dos 40 anos. “Uma das barreiras que impedem os homens de falar sobre a andropausa (fase semelhante à menopausa, que acomete a mulher)é o medo de ser pouco viril. Muitos preferem morrer antes de reconhecer que a ereção deixou de ser igual à de antigamente. Outros têm receio de não satisfazer mais as suas parceiras”, diz o sexólogo Gabriel Guevara, da Sociedade Mexicana de Sexologia Humanista Integral.

Etapa de transição

A andropausa é o período em que o homem passa por mudanças hormonais, fisiológicas e químicas. Isso acontece freqüentemente entre 40 e 50 anos, embora haja casos em que pode ocorrer aos 35 ou aos 65.

As alterações podem chegar a afetar todos os aspectos da vida, como:

dificuldades para conseguir ter ou manter a ereção
perda de interesse por fazer sexo
problemas nas relações que repercutem diretamente no funcionamento sexual da parceira; a mulher pode achar que está sendo repelida ou ficar ressentida se o homem não dividir as suas inquietações com ela
a culpa é freqüentemente experimentada por casais cujo homem tem problemas de ereção.
“Qualquer que seja a origem da disfunção sexual, uma vez iniciada a interação de fatores psicológicos, físicos e interpessoais, é muito difícil para o homem recuperar o seu equilíbrio”, diz o andrologista Roberto Cervera, do Hospital Juarez, no México. “Se perder a ereção durante o tratamento medicamentoso, por exemplo, o homem começará a se preocupar se o seu pênis funcionará ou não na próxima vez em que tentar uma relação.”

O stress é o inimigo

Quanto mais preocupações e stress tiver o homem maduro, menos será capaz de responder aos estímulos sexuais, segundo a prática médica. “A parceira, portanto, poderá sentir que a culpa é dela ou não se sentir suficientemente atraente aos olhos do amado. Se não for estabelecido um diálogo poderá haver uma separação. Também pode acontecer de o casal ficar cada vez mais envergonhado, temeroso e frustrado de tal modo que fica difícil a recuperação”, diz Guevara. “É preciso lembrar que a andropausa é passageira.”

Hormônios e idade

Estudos feitos nos Estados Unidos demonstraram que os níveis dos hormônios androgênicos nos homens a partir de 45 anos são mais baixos do que nos homens mais jovens. Concluiu-se, então, que a produção desses hormônios está intimamente relacionada à idade e às manifestações da andropausa, também chamada de climatério masculino.

Nesse período, o homem pode ter menor resistência à atividade física e necessidade de urinar com maior freqüência, além de ganhar peso e perder cabelo. As mudanças sexuais observadas em alguns homens que ultrapassaram os 55 anos estão relacionadas ao tempo mais prolongado que necessitam para atingir a ereção e à estimulação, que precisa ser mais direta.

A ação da testosterona

A testosterona (hormônio sexual masculino) é necessária para a estimulação da libido e da capacidade erétil, requisitos indispensáveis para que a função sexual aconteça normalmente. A administração de remédios em casos de baixa produção de testosterona pode melhorar a função sexual em homens mais velhos.
Fonte:Salutia  

 

A queda da testosterona

Padecer com a menopausa não é exclusividade das mulheres. Os homens também sofrem com os incômodos provocados pela queda dos hormônios. É a chamada andropausa, que se caracteriza pela queda dos níveis de testosterona, o principal hormônio masculino, secretado pelos testículos.

Os sintomas - que incluem a redução da produção de espermatozóides - já podem ser tratados com reposição hormonal, assim como acontece no caso da menopausa. O assunto, porém, está longe de ser alvo de unanimidade. Muitos médicos afirmam que a andropausa sequer existe, enquanto outros são favoráveis à reposição de testosterona.

Queda variável

Com a idade, a testosterona cai em torno de 1% ao ano. Mas, segundo a endocrinologista Luciana Bahia, o fenômeno não ocorre de maneira uniforme entre os indivíduos. Segundo ela, existem homens que conseguem manter uma boa secreção de testosterona até os 80 anos, enquanto outros já demonstram uma queda por volta dos 50.

”Existe uma tendência de queda de produção testicular com o envelhecimento, mas isso não é uma regra fixa”, diz. Fatores como a raça, a cor, a presença de doenças, o uso de medicamentos, o fumo e o álcool tendem a influenciar.

Se os sintomas da menopausa são fáceis de identificar, os da andropausa nem tanto. Na Finlândia um grupo de cientistas começa a pesquisar o assunto. Até agora, de acordo com o coordenador da pesquisa, Ilpo Hutaniemi, chefe do departamento de fisiologia de Turku, foram relacionadas algumas reações, como disfunção erétil e/ou redução da libido.

A endocrinologista Luciana Bahia acrescenta ainda outros sintomas, como diminuição da força e atrofia muscular, aumento de gordura corporal, principalmente na região abdominal, alterações no humor e desânimo.

Reposição hormonal

A drª Luciana diz que a reposição de testosterona e derivados já está sendo feita, mas com algumas ressalvas. “Ainda não se chegou a um consenso sobre a dose a ser prescrita, o tipo de preparado, o tempo de uso e se o tratamento leva à ocorrência de doenças e afeta a qualidade de vida”, afirma.

O tipo de terapia de reposição hormonal mais comum é aquela por via transdérmica, por meio de gel, cremes ou adesivos cutâneos. Alguns médicos recomendam ainda suplementos vitamínicos, sais minerais e oligoelementos, com a finalidade de melhorar a atividade mental, antioxidantes, e, em especial, determinados aminoácidos, que ajudam a liberar neurotransmissores cerebrais.

A reposição só é contra-indicada para os homens que apresentem hiperplasia benigna da próstata, câncer da próstata e pacientes com antecedentes da doença na família.
Fonte:Salutia

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Como evitar fraturas depois dos 60 anos

Um terço das pessoas com mais de 65 anos sofre algum tipo de queda anualmente, segundo a Fundação Nacional para Estudos Sobre Osteoporose (NOF), dos Estados Unidos. Do total desses acidentes, três em cada quatro acontecem dentro de casa. Isso é compreensível, segundo Rodolfo Spivacow, diretor médico do Instituto de Pesquisas Metabólicas de Buenos Aires (Argentina), porque no ambiente que conhecem as pessoas imaginam ter total controle da situação e acham que nada de ruim vai acontecer.

Os transtornos gerados pelas quedas se multiplicam nas mulheres portadoras de osteoporose, pois seus ossos são frágeis e correm o risco de quebrar mesmo em caso de contusões leves em atividades corriqueiras, como descer uma escada. Os ossos das vértebras, dos quadris e do pulso são os mais suscetíveis a fraturas.

“Para uma pessoa de 20 anos, uma pancada não é nada grave. Mas para alguém com osteoporose é muito provável que gere uma fratura. A situação se agrava se levarmos em conta que, nesses casos, o índice de mortalidade aumenta em quase 20% após uma fratura como a dos quadris”, adverte Spivacow. No orçamento da saúde pública, as quedas associadas à osteoporose absorvem uma boa parte dos fundos. Nos Estados Unidos, em 1995 foram gastos 38 milhões de dólares por dia no tratamento de fraturas resultantes de quedas de mulheres com osteoporose, segundo a NOF.

Para não cair

Quem tem mais de 60 anos deve tomar os cuidados abaixo para evitar fraturas.

* Fazer atividades físicas diariamente, porque tonifica os músculos e melhora os reflexos.
* Remover os fios soltos e evitar tapetes pequenos em casa.
* Evitar trocar os móveis de lugar constantemente.
* Instalar barras e pisos antideslizantes nos banheiros e, de preferência, em toda a casa. Em 1996, o Serviço Nacional de Saúde da Austrália instalou barras e pisos antideslizantes nas casas de 4.000 idosos. Houve uma redução de 63% nas quedas naquele ano.
* Deixar as luzes do corredor e do banheiro acesas durante a noite.
* Instalar um interruptor de luz no início e outro no fim da escada.
* Substituir pisos encerados por pisos antideslizantes.
* Marcar o primeiro e o último degrau da escada com fita adesiva colorida.
* Guardar todos os objetos usados com freqüência em locais de fácil acesso para que não seja necessário usar bancos ou escadas para alcançá-los.
* Usar camisolas e vestidos acima dos tornozelos para não pisar na barra ao levantar ou caminhar.
* Dar preferência a colchas que não cheguem ao chão.
* Caminhar sempre de sapatos, nunca de meias.
* Usar óculos para realizar qualquer tipo de tarefa.
* Em caso de queda, soltar a bolsa ou qualquer outro objeto que estiver carregando para deixar as mãos livres para amortecer o impacto. Uma fratura de pulso é preferível a uma fratura dos quadris.
* Não se mover nem permitir que ninguém o faça se achar que quebrou algum osso.
* Analisar o ocorrido para identificar o que pode ser feito para evitar outra queda semelhante.

Fonte:Salutia