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Clínica Geral e Psicossomática

O Bom Humor e a Saúde - O impacto do bom humor sobre o estresse a a saúde em geral. Terapia do riso e estudos sobre o pesimismo.

Delirium O Delirium consiste de uma perturbação da consciência acompanhada por uma alteração na cognição, a qual não pode ser atribuída a alguma Demência preexistente ou em evolução (DSM.IV). O Delirium é uma síndrome clínica e orgânica de etiologia múltipla e freqüentemente mal diagnosticada.

Doenças Autoimunes Doenças autoimunes ou de auto-agressão são aquelas em que se desenvolvem certas reações imunológicos contra constituintes naturais do organismo (self), levando a lesões localizadas ou sistêmicas. Fazem parte deste grupo de doenças a artrite reumatóide, o lúpus eritematoso sistêmico, a esclerose sistêmica progressiva, a polimiosite-dermatomiosite, a tireoidite autoimune, a miastenia grave, a colite ulcerativa e outras.

Emoção à Lesão O termo emoções negativas se refere às emoções que produzem uma experiência emocional desagradável, como a ansiedade, a raiva e a tristeza, estas, consideradas as três emoções negativas mais importantes. As emoções positivas são aquelas que geram uma experiência agradável, como a alegria, a felicidade ou o amor.
Hoje em dia há dados suficientes para podermos afirmar que as emoções positivas potencializam a saúde, enquanto as emoções negativas tendem a comprometê-la.

Emoção e Infecção O tema que diz respeito diretamente à psico-imunologia é o relacionamento entre os fatores psicológicos e o estresse com as doenças infecciosas. Uma das mais importantes funções do equilíbrio do organismo (homeostasia) é protegê-lo das agressões infecciosas, ou seja, impedir a multiplicação de agentes infecciosos e a formação de colônias em seu interior, bem como proporcionar resistência às infecções.

Alterações emocionais nos desequilíbrios ácido-básicos Alterações comportamentais podem ser causadas por distúrbios hidroeletrolíticos e do equilíbrio ácido-básico que são usualmente tratáveis e reversíveis. Pouco se sabe a respeito da fisiopatologia destas alterações, de sua relação com esses distúrbios bioquímicos.

O site Psicologia Médica e Psicossomática aborda esse tema muito didaticamente. Veja um trechinho:

"O termo psicossomática surgiu a partir do século passado, quando Heinroth criou as expressões psicossomática (1918) e somatopsíquica (1928) distinguindo os dois tipos de influência e as duas diferentes direções. Contudo, o movimento só se consolidou em meados deste século com Alexander e a Escola de Chicago.
Em síntese, é uma ideologia sobre a saúde, o adoecer e sobre as práticas de saúde, é um campo de pesquisas sobre estes fatos e, ao mesmo tempo, uma prática, a prática de uma Medicina integral.....

 Essa designação foi proposta na França por Pierre Schneider, dando um sentido eminentemente prático e seguindo a vertente de Balint na Inglaterra ao propor que este seja o campo de estudo da relação médico-paciente." visite o site 

 

   

ESTRESSE, SISTEMA IMUNOLÓGICO e INFECÇÃO

DOENÇAS INFECCIOSAS

Um tema que diz respeito diretamente à psico-imunologia é o relacionamento entre os fatores psicológicos e o estresse com as doenças infecciosas. Uma das mais importantes funções do equilíbrio do organismo (homeostasia) é protegê-lo das agressões infecciosas, ou seja, impedir a multiplicação de agentes infecciosos e a formação de colônias em seu interior, bem como proporcionar resistência às infecções.

Como mecanismos inespecíficos desse sistema de defesa existem nossas barreiras naturais, compostas pela pele, pelos cílios, pela presença de ácidos nas superfícies, substâncias inibidoras da proliferação dos germes nos humores e outros. Os mecanismos específicos de nossas defesas estão representados por um combate muito mais eficaz conduzida pelo sistema imunológico. 

Os anticorpos do sistema imunológico, por exemplo, facilitam extremamente a atração, a aderência e a fagocitose dos germes invasores pelas células brancas e pelos macrófagos, participando também da neutralização de partículas virais circulantes.

Graças à participação celular da resposta imunológica, as células infectadas por vírus ou por outros parasitas intracelulares podem ser destruídas e isso se dá às custas das células chamadas Linfócitos T.

O estresse desempenha importante papel no sistema imunológico, inibindo ou estimulando seus componentes, ou seja, aumentando a morbidade e mortalidade, por excesso ou por falta desses mecanismos.

Plaut, (Plaut & Friedman, 1981) reporta uma tremenda variabilidade da morbidade e mortalidade em animais de laboratório, dependendo da natureza do organismo patogênico, da qualidade e quantidade do estresse e de fatores genéticos e ambientais.

Depois de enfatizar a natureza multifatorial das doenças infecciosas, Amkraut e Solomon (1975) escrevem: "Pequenas mudanças no processo imunológico podem causar alterações iniciais para permitir o estabelecimento de infecções, alterar o curso da doença depois da infecção instalada, ou mesmo, permitir a invasão de organismos não patogênicos, como acontece no caso da gengivite aguda necrozante, a qual é fortemente associada com o estresse emocional".

Esses autores também ilustram sua posição dando como exemplo o caso da infecção pneumocócica, lembrando que este germe costuma estar naturalmente presentes no trato respiratório de pessoas normais e nem atravessam a mucosa ou entram nos pulmões em número significativo. Em condições normais a natureza da mucosa, as secreções desta e a flora normal impedem a proliferação e penetração dessas bactérias.

Entretanto, essas condições “normais” desta mucosa e a flora normal que aí se encontra podem ser modificadas pelo estresse, permitindo a multiplicação e passagem de microrganismos. Quando essas bactérias invadem a mucosa em pequeno número, podem ser eficazmente atacados por macrófagos. Mas, não obstante, essa “vigilância” dos macrófagos pode ser afetada por hormônios ou pelo estresse, possibilitando o início da doença. Macrófagos alterados pelo estresse também podem apresentar antígenos às células imunocompetentes menos eficientemente.

Também devemos levar em conta que os polissacarídeos capsulares dos pneumococos estimulam os linfócitos B diretamente e que uma leve diminuição da atividade destes, pelo estresse, pode levar a uma produção inadequada de anticorpos. Também, lembram os autores, a inibição nos macrófagos, que normalmente removem as bactérias encharcadas de anticorpos, pode diminuir significativamente as defesas imunológicas.

Contribuindo ainda para essa deficiência da vigilância imunológica, a redução dos níveis de complemento do paciente, ou de um particular componente do sistema de complemento, pode aumentar a severidade da doença infecciosa.

Tem sido muito observado por aqueles que lidam com a tuberculose, as relações entre melhoras e pioras dos pacientes e seus problemas emocionais. Já em 1919, Ishigami, citado por Schindler, escreveu sobre isso quando, estudando a fisiopatologia da tuberculose, observou a diminuição da atividade fagocitária durante episódios de "excitação emocional", atribuindo-os ao estresse da vida. Wittkower, já na década de 1950, escrevia que "algumas vezes pode ser mais adequado firmar o prognóstico do paciente na base de sua personalidade e conflitos emocionais que na base das imagens de suas radiografias". Por causa dessas observações é que se firmou o ditado, segundo o qual, na doença, a agressão depende mais do agente agredido que do agente agressor.

A própria psicoterapia de grupo nasceu, na década de 30, para o atendimento de pacientes tuberculosos em pequenos grupos para possibilitar um processo educativo em relação a suas enfermidades, bem como a perspectiva de melhor lidarem com elas, favorecendo a alta e a reabilitação.

Também servem de exemplo da influência das emoções no curso e evolução das doenças, os famosos trabalhos de Renée Spitz, sobre crianças internadas em instituições. Várias situações mórbidas descritas pelo autor, como por exemplo a depressão anaclítica, marasmo e hospitalismo, ele constatava também um expressivo aumento da mortalidade por maior suscetibilidade a infecções. Em suas preciosas observações, Spitz descreveu como a simples presença da mãe, junto à criança internada, fazia reverter o curso, evolução e prognóstico das doenças.

Jacobs, em 1969, propôs-se a estudar os problemas psicossomáticos da pneumologia, e constatou que as pessoas em situações de mudança de vida, que estavam usando mal seus mecanismos psicológicos de adaptação adoeciam, sobretudo, de infecções das vias aéreas superiores. De fato, tanto os médicos quanto os leigos, sabem que as situações de resfriado, gripe ou bronquite ocorrem em pessoas fatigadas emocionalmente ou mesmo deprimidas.

Para sistematizar academicamente as antigas suspeitas da influência das emoções sobre a recuperação de doenças infecciosas, Greenfield e colaboradores, em 1959, realizaram um interessante trabalho experimental. Aplicaram um inventário de avaliação psicológica, o Minnesota Multiphasic Personality Inventory (MMPI), em 38 pessoas que estavam em recuperação de um processo de mononucleose infecciosa.

Eles dividiram os pacientes em dois grupos: os de longa recuperação e os de curta recuperação. O grupo que se recuperou mais rapidamente apresentava significativos escores de maior força de ego do que o grupo que se recuperou mais lentamente. Na discussão desse trabalho, escrevem, "... parece-nos que há uma substancial evidência empírica para a assertiva de que a saúde psicológica e a somática são separáveis apenas arbitrariamente.”.  Bioquimicamente é importante também o trabalho de Gruchow (1979), que conseguiu detectar elevações de catecolaminas três dias antes de episódios infecciosos.

Na área da hanseníase, Oliveira, em 1988, por várias vezes constatou uma recorrência dos sintomas e das lesões cutâneas durante ou após episódios traumáticos ou conflitivos intrafamiliares. Após três anos de psicoterapia grupal, praticamente todas as pacientes se mostraram beneficiadas por este processo, seja através de uma melhoria de suas enfermidades, mantida a medicação que já faziam uso anteriormente, seja por uma atitude menos hipocondríaca, culpada ou submissa. E as exacerbações das lesões cutâneas que se seguiam aos estresses praticamente desapareceram.

O Herpes Simples é uma das viroses que mais tem estimulado estudos psicossomáticos. Amkraut e Solomon (1975) recordam que os anticorpos contra o vírus do Herpes coexistem tanto com a infecção aberta quanto com a inaparente. A doença se dissemina por transferência do vírus, célula a célula. Trata-se de uma falência da vigilância imunológica dos linfócitos T que deveriam estar diuturnamente monitorando as células infectadas. Esses linfócitos podem destruir os vírus diretamente, por ação citotóxica, ou através da ativação de macrófagos da vizinhança.

Pois bem. O estresse perturba o equilíbrio presença de vírus-defesa do organismo, possibilitando a proliferação do vírus, o que também se dá por febre ou radiação ultravioleta. Um dos alvos sabidos do estresse são as células NK, ou células "matadoras" (killers) de vírus e de outras células neoplásicas.

Na prática médica, qualquer clínico experiente constata, facilmente, a interação entre situações de estresse e crises herpéticas. Até mesmo os próprios pacientes, com o tempo, aprendem a diagnosticar as situações de estresse que serão capazes de desencadear a recaída da doença. Não é raro encontrarmos crises de herpes genital relacionadas com a situação conjugal.

Atualmente a AIDS tem sido outro terreno muito fértil para a pesquisa psicossomática. Além de tratar-se de uma doença infecciosa, de uma virose, ela provoca várias situações somatopsíquicas. Desde o estresse representado por seu diagnóstico até as angústias sócio-culturais atreladas à doença.

Atualmente muito se tem pesquisado sobre as implicações do abuso de drogas e do excesso de parceiros e de coito anal na incidência da AIDS. Outro grupo procura estabelecer relações sobre o estresse cultural do homossexual, o qual vive numa sociedade homofóbica, e das comorbidades emocionais dos usuários de drogas, embora não se negue, de forma alguma, a capacidade imunossupressora dos opiáceos exógenos intravenosos. Se um sistema imunológico já está comprometido por opiáceos ou por infecção virótica, é compreensível que o estresse possa ser mais imunossupressor agravante.

   


Parte do site Médicos na Web

"... Os fatores desencadeantes da rinite alérgica são os mesmos da asma brônquica; podem ser alimentos, animais, ácaros, poeiras, drogas ou substâncias químicas, embora os inalantes sejam os principais responsáveis pela rinite alérgica.

Pó encontrado na residência, especialmente em carpetes e cortinas, rico em ácaros; inalação de pólen presente no ar, grama ou árvores poluentes atmosféricos (principalmente o ozônio e o dióxido de enxofre); infecções do trato respiratório por vírus (especialmente o adenovírus) e bactérias; pêlos de animais domésticos (gatos, cachorros); esporos de fungos presentes na terra (poeira) e em suspensão no ar atmosférico; inspiração de ar frio; estado emocional; fumaça do cigarro; inalação de sprays de cabelo e desodorantes; aspirina; exercícios fatores ocupacionais: farinha (para padeiros), pêlos de animais ou suas fezes (para pessoas que trabalham em zoológico, etc.), vapores, etc.

Alimentos como leite, chocolate, tomate, crustáceos, etc. Todas estas substâncias funcionariam como precipitadores .... Na rinite, assim como em todo tipo de alergia, encontra-se presente o envolvimento do fator emocional como potencializador das manifestações alérgicas." Veja o artigo todo

 

 


Matéria do site português A Arte de Viver:

"É na realidade o próprio Homem, quem, através dos séculos desequilibrou e desestabilizou a sua dualidade indivisível Corpo-Mente. São múltiplas as conseqüências dessa tão devastadora, ansiosa, angustiada preocupação exagerada, freqüentemente pelo comezinho vulgar, pelo que há de vir, levando o indivíduo a sofrer antecipadamente, acontecimentos imaginários futuros, que podem não ser realidades. Uma das conseqüências fisiológicas mais generalizadas são os distúrbios respiratórios como: taquipnéia, que se manifesta por uma respiração acelerada; dispnéia - uma respiração suspirosa como se existisse uma insuficiência respiratória e o indivíduo tem a sensação que o ar não chega ao fundo, por mais que inspire profundamente. Dos distúrbios respiratórios, o mais generalizado é a ASMA - uma manifestação psicossomática.

A Asma é uma perturbação da respiração caracterizada por crises de dispnéia, seguidas de períodos de alívio maiores ou menores. Esta afecção respiratória é geralmente uma manifestação alérgica." Veja o artigo todo

 

DOENÇAS AUTO-IMUNES

Doenças autoimunes ou de auto-agressão são aquelas em que se desenvolvem certas reações imunológicos contra constituintes naturais do organismo (self), levando a lesões localizadas ou sistêmicas. Fazem parte deste grupo de doenças a artrite reumatóide, o lúpus eritematoso sistêmico, a esclerose sistêmica progressiva, a polimiosite-dermatomiosite, a tireoidite autoimune, a miastenia grave, a colite ulcerativa e outras.
Essas doenças ocorrem devido à formação de anticorpos contra constituintes do próprio organismo passando. Nesse caso, tais constituintes passam a significar, erroneamente, agressores (antígenos) ao sistema imunológico. E quando o anticorpo adere ao antígeno há ativação de proteínas plasmáticas que estimulam uma cadeia de reações, a qual culmina na destruição celular e necrose do tecido, com muitas conseqüências sobre a função do órgão e sobre o próprio organismo.
Muitas indagações têm sido feitas no sentido de se determinar por que, de repente, um constituinte orgânico próprio do organismo passa a ser reconhecido como “corpo estranho”. Supõe-se este tipo de reação anômala seja facilitada por uma atividade diminuída de células imuno-supressoras. Assim sendo, a falência da atividade imuno-supressora explicaria o surgimento de certas doenças autoimunes e, como já vimos ao tratar das infecções e emoções, o estresse pode perfeitamente ser capaz de modificar as atividades das células T, incluindo a atividade supressora.
Sabe-se também que os fenômenos autoimunes tendem a aumentar com o envelhecimento, e este fato tem, inclusive, sido aventado como de importância na etiologia do câncer. Outro aspecto já muito estudado diz respeito ao condicionamento genético destas doenças. Quando estudamos as causas das chamadas doenças autoimunes, veremos que se tratam de doenças tipicamente multifatoriais, de múltiplos fatores envolvidos em sua etiologia, e aqui se inserem o estresse e os fatores psicossociais no desenvolvimento, evolução, agravamento.
Pessoas resistentes à idéia da relação das emoções com essas doenças autoimunes poderiam citar que algumas pesquisas atuais consideram, dentro desta multifatoriedade, algumas ações virais. Neste sentido, lembram, já se sabe que o antígeno da panarterite nodosa, doença do grupo das colagenoses, é o vírus da hepatite B e, quanto à artrite reumatóide, já se sabe que vírus do tipo Baar-Epstein, o mesmo da mononucleose infecciosa, ao parasitarem os linfócitos tipo B, produziriam o fator reumatóide, uma gamaglobulina presente no sangue destes pacientes. Também foi evidenciado a importância dos vírus HIV e outros tipos do tipo Picorna na poliomiosite, doença na qual os vírus Coxakie parecem desempenhar um papel patogênico em casos de crianças.
Mas esses argumentos não excluem, em absoluto, o envolvimento emocional, pois, como vimos acima, as emoções estariam fortemente presentes na vulnerabilidade imunológica e na suscetibilidade a infecções.

Ballone GJ - Clínica Geral e Psicossomática - in. PsiqWeb, Internet, disponível em <http://gballone.sites.uol.com.br/psicossomatica/geral.html>2003

Bibliografia

  1. Greenfield, N. S. Ego strength and length of recovery fron infectious mononucleosis. J. Nervous Ment. Dis., n. 128. p. 125, 1959.

  2. Gruchow, H. W. Catecholamine activity and infections disease episodes, J. Hum. Stress, n. 128, p. 125, 1979.

  3. Jacobs, M. A. et al. Incidence of psychosomatic predisposing factors in allergic disorders. Psychosom Med, n. 26, p. 679, 1966.

  4. Oliveira, E. L., Abulafia, L. A., Mello Filho, J. Grupoterapia com pacientes de hanseníase. Informação Psiquiátrica. v. 7, n. 2, p. 64, 1988.

  5. Papi, A. Comunicação pessoal. 1983. Fatores emocionais nas doenças do colágeno. Trabalho apresentado à 1a. Reunião Nacional da Associação Brasileira de Medicina Psicossomática, Rio de Janeiro, 1965.

  6. Plaut, S. W., Friedman, S. H. Psychosocial factors in infections disease. In: Psychoneuroimmunology, New York: Academic Press, 1981.

  7. Schindler, R. Stress, affective disorders, and immune function. Medical Clinics of North America, n. 69, p. 505, 1985.

  8. Solomon, G. F. Psychon innunologic approaches to research on AIDS, Am York Academy Sciences, n. 496, p. 647, 1987.

  9. Wittkower, E. D., Durost, H. S., Laing, W. A. R. A psychosomatic study of the course of pulmonary tuberculosis. Ann. Rev. Tuberc. Pulm. Disease, n. 71, p. 201. 1955.

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