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Há autores que definem a era
moderna como a Idade da Ansiedade, associando a este acontecimento
psíquico a agitada dinâmica existencial da modernidade;
sociedade industrial, competitividade, consumismo desenfreado e
assim por diante. Diz-se que a simples participação do
indivíduo na sociedade contemporânea já preenche, por si só,
um requisito suficiente para o surgimento da Ansiedade. Portanto,
viver ansiosamente passou a ser considerado uma condição do
homem moderno ou um destino comum ao qual todos estamos, de alguma
maneira, atrelados.
Com certeza, até por uma questão
biológica, podemos dizer que a Ansiedade sempre esteve presente
na jornada humana desde a caverna até a nave espacial. A novidade
é que só agora estamos dando atenção à quantidade, tipos e
efeitos dessa Ansiedade sobre o organismo e sobre o psiquismo
humanos, de acordo com as concepções da prática clínica, da
medicina psicossomática e da psiquiatria. Veja
no menu ao lado os quadros da Ansiedade
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O
medo, seja com características fóbica ou não, reflete sempre
uma grande insegurança e pode aparecer tanto nos Transtornos de
Ansiedade quanto nos transtornos depressivos.
A
associação da Depressão com crises de pânico é encontrada em
proporções que chegam a 70% dos casos.
O
estudo de, Stavrakaki e Vargo (1986), onde reavalia-se pesquisas
dos últimos 15 anos, sugere três tipos de abordagem da questão
Ansiedade versus Depressão:
1- Ansiedade e Depressão diferem qualitativamente;
2- Ansiedade e Depressão diferem quantitativamente e;
3- Ansiedade se associa à Depressão.
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