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Alucinação
é a percepção real de um objeto que não existe, ou seja, são
percepções sem um estímulo externo. Dizemos que a percepção
é real, tendo em vista a convicção inabalável da pessoa que
alucina em relação ao objeto alucinado. Sendo a
percepção da alucinação de origem interna, emancipada de todas
as variáveis que podem acompanhar os estímulos ambientais
(iluminação, acuidade sensorial, etc.), um objeto alucinado
muitas vezes é percebido mais nitidamente que os objetos reais de
fato. Delírio é uma
convicção errônea não-corrigível. Mas, seria preciso lembrar
que nem toda convicção errônea não-corrigível é um delírio.
Se essa convicção se relacionar com falta de cultura ou
erudição, com a falta de conhecimentos ou de inteligência,
então não será um delírio, seria mais uma ignorância.
Tampouco será delírio aquelas representações errôneas que se
originam de sentimentos compreensíveis. Se o amante, por exemplo,
está convicto da perfeição da amada imperfeita não se trata de
idéias delirantes. As convicções filosóficas ou religiosas
também não são delírios, mesmo que muitas pessoas as
considerem errôneas, elas devem ser classificadas como idéias
supervalorizadas.
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Índice
de Delíros
Delírio
(texto)
na
Alt. da Orientação
na
Alt. Pensamento
nas Psicoses
nas Esquizofrenias
na
Depressão Grave
Delírio
Oniróide
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Psicoses
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Delírios
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