Gravidez e Remédios - Medicamentos
que podem (e devem) ser usados.
Serotonina atualização
para público geral e profissionais da área
simultaneamente.
Suicídio e Tranqüilizantes revisão
da literatura pela Dra.Carmen Sylvia Ribeiro.
Fluoxetina no TOC infantil trabalho
apresentado pelo Dr. César de Moraes (Estocolmo - 98).
Lítio-terapia revisão do
tema, enfocando Mania e Suicídio. ECT - Atualização de
eletroconvulsot.
DEF -
Dicionário de Especialidades Framacêuticas
Farmacologia - Universidade Federal de Santa
Catarina
Farmacologia - Universidade
Federal de Minas Gerais
Farmacologia - Saúde
Total
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1. – Quando se indica o
tratamento e/ou medicamentoso em questões emocionais ? Antigamente
dizia-se que todos os quadros de natureza "neurótica",
ou seja, aqueles que eram conseqüência de algum
problema vivencial, alguma experiência traumática,
alguma fase de estresse, deveriam ser tratados
exclusivamente com psicoterapia, ou seja, sem
medicamentos.
Dizia-se ainda, que todos os quadros ditos "endógenos",
ou seja, que apareciam independentemente das vivências,
como as psicoses e as depressões graves, deveriam ser
exclusivamente tratados com medicamentos.
Hoje, entretanto, sabemos que a indicação para terapia
ou para tratamento medicamentoso deve ser avaliada caso-a-caso.
De um modo geral, a associação medicamento-psicoterapia
parece ser mais eficiente para os transtornos emocionais
do que qualquer um desses tratamentos isoladamente.
Muitas vezes os medicamentos são indispensáveis e
insuficientes (sem eles não dá para tratar e só com
eles também).
Excluindo-se os surtos agudos, onde o juízo crítico
está seriamente prejudicado, portanto, possivelmente
imune à argumentaçào psicoterápica, nos demais
estados emocionais a psicoterapia é bem vinda.
Acontece que, por razões práticas (e econômicas), o
tratamento medicamentoso parece ser uma das únicas opções
para um grande número de pacientes e, felizmente, com os
avanços tecnológicos da ciência farmacêutica, os
medicamentos estão ficando cada vez mais isentos de
efeitos indesejáveis.
2. – Quanto tempo pode durar o tratamento
psiquiátrico ?
Para
responder adequadamente esssa pergunta há necessidade de
saber se o paciente ESTÁ "nervoso", ou se ele
É "nervoso". Também é igualmente importante,
no caso da pessoa ESTAR "nervosa", saber se a
situação existencial que a levou ao transtorno ora
tratado, continuará indefinidamente ou se pretende
resolver-se.
Evidentemente, SER "nervoso", corresponde a SER
hipertenso, SER míope, SER reumático, SER diabético,
SER epiléptico e assim por diante, ou seja, são pessoas
para as quais a medicina encontrou recursos capazes de
controlar suas doenças de modo a viverem o mais próximo
possível do normal. Portanto, o tratamento será crônico,
na exata proporção da cronicidade de sua doença.
Caso a pessoa ESTEJA atravessando uma fase ruim, doentia,
alterada, com início bem delimitado na vida (há 1 ano,
há 1 mês, há seis anos, etc), há enorme probabilidade
da pessoa tomar esse medicamento por um período
definido.
Normalmente os tratamentos psiquiátricos de quem ESTÁ
passando por uma fase ruim gira em torno de 1 ano. Apesar
do alívio dos sintomas aparecerem já no segundo mês de
tratamento, interrompendo-se o tratamento precocemente há
probabilidade dos sintomas retornarem.
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Delírio. Transtorno
Depressivo e outros estados onde existe a depressão como
sintoma
Depressão. Transtorno
Depressivo e outros estados onde existe a depressão como
sintoma.
Dicionário de Psiquiatria. Termos
psiquiátricos por ordem alfabética, com conceitos
inteligíveis.
Drogadicção - Resumo
sobre Dependência química
DSM.IV. Classificação
norteamericana de Doenças Mentais, 4a. Revisão.
Esgotamento. Trata das
relações entre Ansiedade, Depressào e Esgotamento
Estresse. Curso de 4 aulas
sobre estresse e outras circunstâncias.
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Ansiedade de Separação - criança aderente aos pais,
insegura, medrosa...
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Infantil veja outros links ao lado...
Criança
Adotada e de Orfanato um comentário breve
Deficiência
Mental por X-Frágil quadro clínico e tratamento,
enfocando alterações de Hiperatividade e Conduta
Déficit
de Atenção-Hiperatividade ou transtorno Hipercinético
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3.
Crianças devem submeter-se a tratamento psiquiátrico ? As crianças
costumam apresentar transtornos emocionais com muita freqüência
e deve ser, também, freqüentemente tratadas. Os quadros
mais comuns são aqueles decorrentes da Depressão
Infantil.
Nas crianças a Depressão não se manifesta como nos
adultos. Normalmente ela se apresenta com rebeldia,
irritabilidade, medo, baixo rendimento escolar,
comportamento aderente à mãe, hiperatividade, etc.
Outros quadros também se apresentam de forma diferente
nas crianças e devem ser valorizados.
O tratamento psiquiátrico infantil é muito eficiente e
cada vez mais isento de efeitos indesejaveis.
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Depressão Infantil - veja opinião de outros autores
no que se refere à aprendizagem
Dificuldades
Escolares causas psiquiátricas para o baixo
rendimento escolar
Obesidade Infantil causas
da obesidade e tratamento medicamentoso
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Gravidez e Remédios - Medicamentos
que podem ser usados. Depressão Pós-Parto e Relação
Mãe-Filho
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4. Grávidas podem fazer
tratamento psiquiátrico? Alguns transtornos emocionais que acometem
as mulheres durante e após a gestação podem ter um
efeito devastador sobre o relacionamento conjugal, sobre
o feto e sobre o desenvolvimento infantil do nascido.
Considerando-se a relação custo-benefício os
transtornos emocionais na gravidez devem ser tratados. A
maioria dos medicamentos que se julgava atravessarem a
barreira placentária (agindo no feto) tiveram essa questão
revista e, sabe-se hoje, ser muito menor essa passagem do
que se supunha.
De qualquer forma, podendo ser evitados medicamentos na
gravidez, e não apenas psicotrópicos, mais segura será
a gravidez. Essa decisão, entretanto, não deve colocar
em risco a saude emocional e física do feto e/ou do recém
nascido.
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DEPRESSÃO PÓS-PARTO - A
Depressão Pós-parto é um distúrbio do humor de grau
moderado à severo, associado ao período do pós-parto |